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Grupo de Teatro da Uespi apresenta espetáculo O Santo Inquérito

O espetáculo será encenado até sexta-feira (14), às 18h.

Grupo de Teatro da Uespi apresenta espetáculo O Santo Inquérito
O Santo Inquérito | Divulgação
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O Santo Inquérito (Crédito: Divulgação)

O Grupo de Teatro da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) está em cartaz até sexta com o espetáculo “O Santo Inquérito”, no laboratório de Artes do Campus Torquato Neto. A peça foi escrita por Dias Gomes e conta a saga da cristã-nova Branca Dias e sua família, acusados de prática de judaísmo e perseguidos pela Inquisição, na Paraíba do século XVIII.

O texto foi escrito na década de 60, período de intenso autoritarismo e censura política, e conta a história dessa mulher que não ia à igreja e que ousou ler, em um período que as mulheres não podiam. Por ser uma mulher totalmente libertária e desafiadora dos padrões machistas da época, os acontecimentos e a decepção da protagonista formam uma combinação que culmina num desfecho forte e impactante.

O diretor da peça, Moisés Chaves, afirmou que o principal objetivo da peça é discutir sobre o feminicídio, assunto bastante debatido nos dias atuais. “No momento em que o Brasil inteiro discute o fato de uma mulher ser morta pelo simples fato de ser uma mulher, nós decidimos montar a peça com o objetivo de aproximá-la dessa situação em que vivemos, reconhecendo que esse fato não começou agora e persiste há muitos anos”, pontuou o artista.

A atriz que interpreta Branca Dias, Gilvana Morgana, contou que se envolveu bastante com a personagem, visto que ela a inspirou a tomar grandes decisões na vida. “Quanto mais eu conheci a Branca Dias e suas falas, passei a levar essas lições para a minha vida. A personagem me emociona bastante e me inspira a ser mais forte. A peça mexe muito com as nossas emoções”, esclareceu Gilvana.

A professora Maria da Cruz, pró-reitora da Prex, declarou que faz-se importante presenciar o espetáculo por ele discutir questões atuais, apesar de ter sido produzido na década de 60. “Ele discute os direitos humanos e a violência contra a mulher, temas que são relevantes na atualidade e que devem ser discutidos”, constatou a docente.

O diretor contou que o grupo de teatro tem mantido a tradição e o respeito ao teatro tradicional. “Essa peça é teatro puro e de qualidade, onde o ator é a principal engrenagem. Nós aguardamos todos que ainda não conhecem o grupo de teatro e a peça a prestigiarem esse espetáculo”, finalizou Moisés Chaves.



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