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Mônica Veloso tenta preservar filhas depois da Playboy

Mônica Veloso tenta preservar filhas depois da Playboy

Mônica Veloso tenta preservar filhas depois da Playboy
Mônica Veloso tenta preservar filhas depois da Playboy | Ego
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M?nica Veloso se viu no meio de um turbilh?o em maio passado, quando deixou de ser a jornalista e m?e de Luisa, 11 anos, e Maria Catarina, 3, para ser considerada ?a mulher que abalou Bras?lia?. Tudo porque seu romance com o presidente do Senado, Renan Calheiros, veio ? tona nas manchetes de jornais por conta de um pedido de revis?o de pens?o aliment?cia de Catarina, filha de M?nica com o pol?tico.

Com sua intimidade exposta para todo o pa?s, a mineira de 39 anos de idade teve de encarar cr?ticas e desgaste em p?blico. ?Tenho plena consci?ncia de que tudo tem conseq??ncia. Algumas positivas e outras n?o. Hoje n?o d? para mensurar o efeito que tudo isso ter? sobre as minhas filhas?, diz ela em entrevista exclusiva ao EGO.

Numa tarde cheia de compromissos, a jornalista recebeu o site para falar principalmente dos dois frutos do esc?ndalo: o ensaio para a revista ?Playboy? e o livro sobre os bastidores de Bras?lia, ?O Poder que Seduz?, que ser? lan?ado no pr?ximo dia 28. ?Tamb?m vou al?m de Bras?lia e falo de experi?ncias pessoais, de como a gente seduz e ? seduzido em v?rios momentos da vida?, resume ela, que vem de fam?lia tradicional e sempre batalhou para realizar seus sonhos. ?Nunca fui uma pessoa que se acomoda?.

M?nica Veloso se diz vaidosa, mas n?o ao extremo. Ela garante que o livro e o ensaio sensual n?o s?o caprichos.

Hoje cercada pela m?dia devido ? fama adquirida nos ?ltimos cinco meses, ela confessa estar procurando a felicidade depois de uma fase delicada. ?Assim como todo mundo, eu tamb?m quero amar novamente?.

CONFIRA A ENTREVISTA

Voc? disse que o ensaio sensual fez bem para a sua auto-estima. Antes da "Playboy" voc? se sentia menos sensual?

Sentir-se sensual ? um estado de esp?rito. Voc? acorda de manh? e se sente arrasadora. Mas isso precisa de um start. Quando voc? est? apaixonada por algu?m, se sente mais interessante, pronta para sair ? noite, se produzir. Pra mim esse ensaio foi importante porque eu vim de um processo muito constrangedor. Quando fui convidada pela revista e, pensando que o Brasil ? um pa?s onde a sensualidade ? privilegiada, a boa forma est? nas ruas e nas praias, me senti lisonjeada em ser escolhida entre tantas mulheres lindas que t?m por a?. Isso mexe com a auto-estima sim, faz voc? se sentir valorizada.

Voc? ? vaidosa? Como se cuida?

Sou vaidosa, mas n?o daquelas que acha que a vaidade est? em primeiro lugar. Primeiro porque n?o tenho tempo para isso; trabalho, tenho duas filhas e quem ? m?e sabe que a rotina de quem tem filhos ? mais puxada. No tempo que trabalhava na TV tinha um cuidado muito grande com o rosto. O cabelo estava sempre muito bem cuidado, a pele sempre limpa e bem tratada. O peso nunca foi um problema. Hoje fa?o exerc?cios e controlo minha alimenta??o.

O livro que vai lan?ar ? uma forma de vaidade?

O livro n?o tem nada a ver com vaidade. Ele est? em outro quesito. Mesmo se voc? pensar em vaidade no sentido mais intelectual, meu livro n?o se encaixa nesse pensamento. Venho pensando nesse livro h? um tempo, principalmente pela curiosidade que Bras?lia desperta. Quando morei l? e viajava para outros estados, as pessoas queriam saber como era Bras?lia. A cidade ? mal vista, ? muito apontada como se tivesse culpa da corrup??o do pa?s inteiro. N?o ? assim. Bras?lia tem uma vida independente do poder p?blico; ela s? abriga o poder. A vontade do livro era explicar mais da cidade Bras?lia ? um lugar que gosto -, contar minhas experi?ncias como apresentadora que ficou dez anos na Globo e, ?bvio, contar minha passagem nesse bastidor da pol?tica. Claro que abordo as quest?es delicadas que vivi e meu envolvimento com o Renan. Meu livro n?o ? um capricho, n?o ? algo como ?ah, posei nua e agora vou lan?ar um livro?. O ensaio eu sabia que ficaria bom porque era uma quest?o de est?tica. O trabalho foi muito bem feito. O livro eu acredito que ficou bom, mas depende de como as pessoas v?o entender o que quero dizer. A? vem a cr?tica.

Por q


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