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Náutico tem reencontro com Márcio Goiano em jogo contra o River-PI

Antecessor de Gilmar Dal Pozzo estará no banco de reservas do adversário desta quinta-feira, pela Copa do Nordeste.

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Um velho conhecido estará no banco de reservas do adversário do Náutico na estreia da Copa do Nordeste. Quem comanda o time do River-PI, oponente do Timbu às 19h30 desta quinta-feira, no estádio dos Aflitos, é Márcio Goiano. O treinador chegou ao clube alvirrubro durante a Série C de 2018 e saiu durante a Série C de 2019. Gilmar Dal Pozzo foi o sucessor e conquistou o acesso à Série B. Com informações do Globo Esporte.

Márcio Goiano durante treino do River — Foto: Victor Costa/RiverAC.

- Acho que facilita um pouco ter jogadores que conhecem o treinador de lá, que sabem como ele gosta de trabalhar. Isso facilita para que possamos encaixar nosso jogo contra eles. Vamos sentar para analisar o River-PI. Estamos estudando as possibilidades de modelo de jogo e temos esses dias para conhecer o adversário - disse o atacante Álvaro, que não chegou a trabalhar com Márcio Goiano no Náutico.

Márcio, no entanto, trabalhou com vários jogadores do elenco atual do Náutico, como o lateral-direito Hereda (que não vai jogar, lesionado); os zagueiros Rafael Ribeiro, Camutanga (também machucados) e Diego; os volantes Rhaldney, Jhonnatan, Wagninho e Josa; o meia Lucas Paraíba e o atacante Jorge Henrique.

Márcio Goiano foi o antecessor de Gilmar Dal Pozzo — Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press .

O treinador chegou ao Náutico em maio de 2018, quando pegou o time na zona do rebaixamento à Série C. Depois conseguiu se classificar na primeira posição do Grupo A, mas caiu diante do Bragantino no mata-mata. Mesmo assim começou o ano de 2019 e foi vice-campeão pernambucano. Deixou o Timbu após uma derrota de 1 a 0 para o Ferroviário-CE.

Ao todo, foram 43 partidas, com 23 vitórias, dez empates e dez derrotas. Ou seja, 61,2% de aproveitamento.

- Já enfrentei ex-treinadores diversas vezes. É claro que ele conhece bem, com certeza vai passar para os atletas dele a qualidade que a gente tem, porque ele conhece. Mas eu acredito que ali dentro de campo muda tudo. Você nunca vai ser o mesmo. A questão tática de Gilmar é diferente, as jogadas... Ele pode conhecer um pouco o individual de cada jogador, mas dentro de campo a coisa muda. Dentro de campo não faz diferença porque são 11 contra 11 - disse o meia Jean Carlos.



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