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PanAm Sports deve anunciar primeiro caso de doping do Brasil

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PanAm Sports deve anunciar primeiro caso de doping do Brasil
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PanAm Sports deve anunciar em breve o primeiro caso de doping do Brasil nos Jogos Parapan Americanos de Lima. É da nadadora Patricia Pereira do Santos que testou positivo para duas substâncias em teste realizado durante a competição. Informações do site GloboEsporte.com

Patricia que é classe S4 foi medalha de prata nos 50 metros nado livre e bronze nos 100 metros nado livre classe S5 e abandonou a competição assim que o resultado foi identificado. Ela também estava escalada para disputar o Campeonato Mundial em Londres, mas retornou ao Brasil junto com seu treinador.

Capixaba, 41 anos de idade, Patricia é tetraplégica resultante de um tiro que levou em um assalto. A nadadora já identificou o motivo do teste positivo e reconhece que fez um procedimento com uma esteticista local antes da disputa do Parapan. A própria profissional também já identificou a presença das substâncias no material utilizado para o procedimento.

O CPB agiu de forma correta ao desligar a nadadora da delegação do Parapan e do Mundial de Londres e acompanha o processo de defesa da atleta.


Patricia divulgou uma nota oficial sobre o caso:


Patrícia Pereira dos Santos - Atleta Paralímpica da Natação.


"Sou atleta paralímpica desde 2009, quando iniciei minha carreira de maneira modesta na natação, porém já buscando desde o início me dedicar ao máximo àquilo que eu havia escolhido. Conquistei degrau a degrau muitas vitórias e em 2016, atingi o ápice da vida de um atleta de alto rendimento ao conquistar uma medalha de Prata nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. Com essa conquista, muitas competições e convocações para a Seleção Brasileira começaram a ocorrer e, também, o aumento da exigência no nível de treinamento.

Faltando apenas 1 ano para os Jogos Paralímpicos de Tóquio, estava preparada para disputar duas importantes competições seguidas: Jogos Parapanamericanos de Lima 2019 e o Mundial de Londres. Contudo, no dia 29 de agosto, ainda em Lima, fui notificada com a pior notícia que um atleta poderia receber: constataram que o meu exame antidoping possuía duas substâncias proibidas.

Minha primeira reação ao saber foi de total descrença, tendo em vista meu zelo de não aceitar qualquer comprimido ou líquido que não fosse os prescritos pela equipe multidisciplinar. E outra, porque meu tempos na competição foram longe dos meus recordes pessoais, mostrando que não estou sob efeito de nada que possa me beneficiar. Sou uma pessoa tetraplégica com limitações físicas e faço uso contínuo de medicamentos prescritos e que sempre foi muito preocupada com meu corpo, minha imagem e, principalmente, sempre muito bem orientada pelo meu treinador e equipe multidisciplinar. Estou sempre alerta sobre o cuidado que eu deveria ter com as demais atividades que fazia fora do treinos específicos de natação, contudo, para manutenção da minha performance, tenho uma série de outras atividades, procedimentos e orientações de profissionais nos quais tenho muita confiança.

Sempre prezei pela idoneidade e, nesse período como atleta no nível que atingi, já passei por aproximadamente cinco exames antidoping em mundiais, Jogos Paralímpicos e competições internacionais. Sempre fiz isso de maneira tranquila, por saber da minha honestidade e das pessoas que me cercam. Fiquei inconformada e ao buscar os motivos dessa impactante notícia que caiu sobre mim às vésperas de disputar a minha principal prova no Parapan de Lima, lembrei que fiz, de maneira ingênua, impensada e particular, com uma esteticista que não compõe minha equipe de profissionais, um procedimento de drenagem linfática dias antes de meu embarque para o Peru. Procedimento nada invasivo que para qualquer outra pessoa seria apenas um procedimento estético, mas para mim provavelmente tenha sido o motivo desse contratempo devido ao uso de chás, óleos e outras substâncias de uso tópico.

Estamos analisando criteriosamente cada componente usado e de maneira preliminar, tudo aponta para essas substâncias usadas pela esteticista, e ou uma reação associada aos medicamentos que utilizo em função da minha deficiência. Essa pode ser a explicação das substâncias encontradas no teste".




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