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Promotor investigará supostas notas frias no Corinthians

Promotor investigará supostas notas frias no Corinthians

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O promotor Jos? Reinaldo Carneiro, do Grupo de Atua??o Especial de Repress?o ao Crime Organizado (Gaeco), disse neste domingo que o Minist?rio P?blico Estadual pedir? informa?es ? Pol?cia Federal sobre as escutas realizadas no Corinthians para investigar um poss?vel crime estadual. Neste s?bado, o editor-chefe de Terra Magazine, Bob Fernandes, publicou material colhido em intercepta?es telef?nicas feitas com autoriza??o judicial, na qual o presidente licenciado do clube, Alberto Dualib, teria dito ao empres?rio Renato Duprat que escondeu notas frias durante os ?ltimos 14 anos.

"O Minist?rio P?blico Estadual ainda n?o recebeu os ?udios nem os laudos, mas vamos receber certamente porque h? crimes estaduais a serem investigados", afirmou o promotor em entrevista ? r?dio Jovem Pan. "Tem um t?pico da reportagem que mostra um di?logo entre Dualib e Duprat em que o presidente diz que protegeu um amigo guardando 14 anos de notas fiscais. Isto ? um crime estadual", completou.

No di?logo citado por Carneiro, Dualib diz, segundo o relat?rio da Pol?cia Federal, que "tirou notas, de 14 anos para c?, para poder livrar a cara do Nesi (Curi, vice-presidente do clube) da investiga??o e se n?o tivesse feito isso ele estaria enrolado juntamente com o Mello (Carlos Roberto Mello, ex-vice-presidente de finan?as do Corinthians)".

O promotor ainda esclareceu que, no momento, existem duas investiga?es relacionadas ao Corinthians. No ?mbito estadual, o clube ? investigado por suposto uso de notas frias. Esta opera??o, inclusive, foi a que na ?ltima semana apreendeu computadores no Parque S?o Jorge.

J? a Pol?cia Federal ? respons?vel pelo processo que busca irregularidades na parceria MSI-Corinthians, na chamada Opera??o Perestroika, cujo relat?rio foi publicado pelos jornalista Bob Fernandes.

Carneiro salientou que esta ?ltima investiga??o teve in?cio no Gaeco, mas como apontava crimes fora do ?mbito estadual, foi repassada para o Minist?rio P?blico Federal em abril de 2005. "Os ?udios s? vieram a confirmar aquilo que j? t?nhamos descoberto na primeira investiga??o", disse.


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