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Seleções brasileiras de voleibol não terão atividades em 2020

Diretor executivo da CBV, Radamés Lattari, o principal objetivo é preservar todos os envolvidos no processo

Seleções brasileiras de voleibol não terão atividades em 2020
Renan, técnico da seleção brasileira masculina de vôlei | Marcos Ribolli/CBV
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Após várias reuniões virtuais, debates e estudos, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e os técnicos das seleções masculina e feminina, Renan e José Roberto Guimarães, estão completamente alinhados e definiram juntos que não haverá nenhum tipo de atividade com as equipes neste ano de 2020. A ideia inicial era reunir os grupos no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ), mas depois de ouvir especialistas e avaliar o atual momento da pandemia da COVID-19, a opção foi pelo cancelamento da programação.

Segundo o diretor executivo da CBV, Radamés Lattari, o principal objetivo é preservar todos os envolvidos no processo. “É claro que a ideia é sempre oferecer a melhor estrutura possível para as nossas seleções e que gostaríamos que eles se reunissem, mas somente se houvesse condição adequada para isso. A partir do momento que a nossa comissão médica detectou que existe riscos, não cogitamos colocar ninguém nesta situação”, disse Radamés.

Para que as seleções treinem no CDV, além dos atletas, são envolvidos comissões técnicas, médicos, profissionais da área administrativa, da parte de alimentação, além de todos os colaboradores habituais do centro.

Consciente da necessidade, Renan concorda com a decisão. “Quando planejamos reunir o grupo em Saquarema a ideia era manter a chama olímpica acesa em cada um de nós. Estamos em um ano que voltou a ser pré-olímpico e, consequentemente, muito importante. Gostaríamos de ter um período onde os atletas pudessem estar juntos. Mas, é claro, diante da situação que estamos atravessando, se não é possível, não será feito. A saúde de todos está acima de tudo”, afirmou Renan.

Zé Roberto adota o mesmo discurso. “Gostaríamos de nos reunir, mas estamos cientes que ainda não é o momento. Nossa comissão médica detectou riscos e precisamos zelar pela saúde de todos os envolvidos no processo. Seguiremos monitorando as jogadoras e fazendo nossa parte para vencermos primeiramente esse vírus”, concluiu o técnico da seleção feminina.



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