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Bolsonaro diz que algumas questões da Previdência serão corrigidas

Ao comentar aprovação do parecer na comissão especial, presidente afirmou que governo fez sua parte, mas não é "infalível". Câmara pode analisar PEC em primeiro turno na próxima semana.

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (5) que "algumas questões" da reforma da Previdência serão "corrigidas" no plenário da Câmara. Bolsonaro não citou nenhum ponto especificamente, mas falou em "eventuais equívocos".

A reforma foi aprovada nesta quinta (4) na comissão especial da Câmara que analisou o tema. Agora segue para o plenário da Casa, onde pode ser analisada em primeiro turno na próxima semana.

Bolsonaro ressaltou que o governo fez sua parte ao enviar o texto para o Congresso, mas não é infalível.

“Fizemos a nossa parte, entramos com o projeto. Agora, o governo não é absoluto, não é infalível. Algumas questões serão corrigidas, com toda certeza, junto ao plenário", disse o presidente após participar de cerimônia do 196º aniversário da criação do Batalhão do Imperador.

Um dos pontos mais discutidos durante a aprovação do parecer foi a aposentadoria para policiais. Uma parcela dos parlamentares queria regras especias para a categoria, mas a proposta acabou derrotada.

Questionado se os eventuais equívocos que mencionou tinham relação com a aposentadoria de policiais, Bolsonaro respondeu:


“Tem equívoco, tem mal-entendido, às vezes se exagera. Com a sensibilidade que existe no parlamento, isso vai ser corrigido. Não acabou a reforma da Previdência", disse o presidente.

Bolsonaro disse ainda que vê como uma "normalidade" as críticas de que o PSL, partido do presidente, havia "traído" os policiais.

"O parlamento é a casa onde todo mundo fala, tem liberdade para falar e tem que continuar assim", completou.

Segurança institucional

Bolsonaro foi questionado na entrevista se considera a Polícia Federal mais qualificada do que o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para cuidar de sua segurança. O presidente disse estar "tranquilo" com o trabalho do GSI, chefiado pelo ministro Augusto Heleno.

Um dos filhos do presidente, o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PSL), fez críticas recentes pelas redes sociais à segurança do pai. As críticas começaram após a prisão de um militar com cocaína na Espanha, que viajou em uma aeronave de apoio da comitiva presidencial.

"Estou muito bem com o GSI, general Heleno. Me sinto muito seguro, tranquilo. Não existe segurança 100%, infalível, né. [...] Confio 100% no general Heleno à frente do GSI", disse Bolsonaro.

Possível visita de Trump

Bolsonaro afirmou que sugeriu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, uma visita à América do Sul para se reunir com outros chefes de Estado da região – Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, Peru e Colômbia.

Segundo Bolsonaro, não há previsão de data para o encontro e a intenção é tratar sobre a situação na Venezuela. Parte da comunidade internacional, o que inclui Brasil e EUA, não reconhece o governo de Nicolás Maduro.


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