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Colisão entre navios espalha óleo na Praia do Icaraí

O vazamento de óleo causou sérios danos ambientais e também socioeconômicos na Praia

Colisão entre navios espalha óleo na Praia do Icaraí
O vazamento de óleo causou sérios danos ambientais e também socioeconômicos na Praia | Diário do Nordeste

O acidente entre o navio mercante Chembulk Shangai, da Cingapura, de 140 metros de extens?o, e o rebocador que auxiliava o seu atracamento no Porto do Mucuripe, no ?ltimo s?bado ? noite, causou grande dano ambiental no litoral Oeste do Estado.

Desde a noite do ?ltimo domingo, a Praia do Icara? est? tomada por uma grande faixa de ?leo levada pela mar?. T?cnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov?veis (Ibama) estiveram, ontem pela manh?, avaliando os preju?zos ao meio ambiente, que dever? gerar a??o de responsabiliza??o aos causadores do acidentes.

De acordo com o analista ambiental da Divis?o de Fiscaliza??o do Ibama, Carlos Alberto Maia, o vazamento de ?leo causou s?rios danos ambientais e tamb?m socioecon?micos, prejudicando os moradores e comerciantes da ?rea.

?O dano ambiental est? bem claro e, baseado nas informa?es que colhemos, vamos realizar um auto de infra??o para que o agente causador, no caso, os respons?veis pelo rebocador, realize as devidas repara?es ao meio ambiente?, disse.

Dano ambiental

Segundo o t?cnico do Ibama, a empresa Brasimar Servi?os Mar?timos LTDA, respons?vel pela terceiriza??o dos servi?os do rebocador, deve remover o ?leo da areia, mas destacou que, somente ap?s a finaliza??o do laudo, poder?o definir multas e outras san?es a serem aplicadas.

Carlos Maia adiantou que, mesmo antes do inqu?rito ser conclu?do pela Capitania dos Portos, j? ? poss?vel saber quem foi o causador do dano ambiental. ?Do ponto de vista ambiental, foi o rebocador que causou o acidente?, garantiu.

O analista ambiental informou, ainda, que dentro de uma semana, o laudo dever? estar pronto, contendo mais detalhes sobre a extens?o da areia atingida pelo ?leo e outros dados do preju?zo ambiental.

Na Praia do Icara?, al?m de peixes mortos, os t?cnicos do Ibama encontraram pedras e extensa faixa de areia manchadas e ?leo ainda chegando pelo mar. Com o movimento das mar?s, o combust?vel que j? est? instalado na areia, dever? ser levado pelo mar, espalhando ainda mais a polui??o.

A parte mais cr?tica atingida pela mancha est? na parte velha da Praia do Icara?. L?, apesar do Ibama ainda n?o ter mensurado o tamanho da faixa de areia atingida pelo ?leo, os moradores estimam que chegue a mais de dois quil?metros. ? poss?vel tamb?m que tenha atingido outras ?reas do litoral, mas ainda n?o existe confirma??o do ?rg?o.

O acidente aconteceu por volta das 20h30 do ?ltimo s?bado envolvendo um rebocador e um navio cargueiro de 140 metros de extens?o. Na noite do acidente, a Companhia Docas e a Capitania dos Portos tentaram evitar que o ?leo se espalhasse atrav?s de barreiras de conten??o, numa a??o que conseguiu, conforme os ?rg?os, recolher grande parte do vazamento.

A coordena??o de Gest?o Portu?ria do Porto do Mucuripe estimou que de uma a tr?s toneladas de combust?vel no mar foram espalhadas com o acidente no Porto.

A Capitania dos Portos abriu inqu?rito administrativo para apurar as causas do acidente, o que deve ser finalizado num prazo de 90 dias.

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