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Curitiba completa 326 anos nesta sexta (29)

A capital paranaense, antiga Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira local, comemora 326 anos de fundação

Curitiba completa 326 anos nesta sexta (29)
Jardim Botânico, um dos cartões postais da cidade. | Renato Soares/MTur
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O aniversário de Curitiba é hoje, mas a principal festa dos 326 anos da capital do Paraná será no próximo domingo (31), do jeito que o curitibano gosta: no Parque Barigui. O local tem floresta, lago e refúgio de diversos animais nativos e migratórios. É um dos parques mais frequentados pelos turistas e moradores, congregando Parque de Exposições, Museu do Automóvel, Centro de Convenções, Casa da Leitura e Teatro da Maria Fumaça, além de áreas de lazer, quadras poliesportivas, cafés e restaurantes.

Os mais de 20 parques, aliás, estão entre os principais atrativos de Curitiba. O mais visitado é o Jardim Botânico, com estufa de vidro e metal que lembra o antigo Palácio de Cristal de Londres. Já os jardins geométricos lembram os da França. Além dos tapetes de flores, tem o bosque de mata nativa e o Museu Botânico, com espécies que são referência nacional. Também é possível visitar o Jardim das Sensações, trilha que o turista percorre de olhos vendados, conhecendo a natureza com os demais sentidos.

Outro atrativo imperdível é a Ópera de Arame, com estrutura tubular metálica e o teto transparente, construída na cratera de uma antiga pedreira. O teatro comporta 1,5 mil espectadores e fica ao lado da Pedreira Paulo Leminski, onde são realizados grandes espetáculos. Outras duas pedreiras, ligadas por um túnel com passarela sobre a água, viraram o Parque Tanguá – com jardins, mirantes e cascatas. É um dos melhores locais para se apreciar o pôr do sol em Curitiba.

A mistura dos imigrantes europeus e de outros continentes se reflete nas festas cívicas e religiosas celebradas por diferentes etnias, danças, músicas, culinária e memoriais dedicados aos antepassados. Essa herança ocupa espaços públicos como parques e bosques, entre os quais estão o Memorial Polonês, no Bosque João Paulo II; o Memorial Ucraniano; no Parque Tingui; o Memorial Árabe, no Passeio Público; e o Bosque Alemão, um dos mais belos de Curitiba, dedicado aos imigrantes e à cultura alemã.

Entre os bairros mais turísticos, Santa Felicidade foi a primeira colônia de imigrantes que vieram do Vêneto, na Itália, para o Brasil, em 1878. O bairro concentra restaurantes típicos, vinícolas, lojas de artesanato e decoração, além de casas tradicionais. O pórtico, a igreja centenária e o cemitério com panteão de 18 capelas em estilo neoclássico são marcas de Santa Felicidade.

O Centro Cívico é a sede dos três poderes do estado (Executivo Legislativo e Judiciário), ao lado do Museu Oscar Niemeyer, com acervo de mais de 2.200 obras de artistas renomados. O projeto de Oscar Niemeyer foi inspirado na araucária, árvore símbolo do Paraná. A forma e as paredes de vidro deram ao MON o apelido de “Museu do Olho”. Ainda na região central, a cidade tem a catedral neogótica da padroeira, Nossa Senhora da Luz, com mais de cem anos. O turista pode aproveitar também para conhecer a Rua das Flores e a Boca Maldita (primeiro calçadão do Brasil), o Palácio Avenida e a Rua 24 horas, além da Universidade Federal do Paraná, a primeira do Brasil, de 1912, e o Teatro Guaíra.

Para se familiarizar com o passado de Curitiba, o turista pode investir em um passeio pelas ruas de pedras irregulares com o casario preservado, as igrejas da Ordem e do Rosário, o velho bebedouro, o Memorial de Curitiba, o Palacete Wolf, a Sociedade Garibaldi, as Ruínas de São Francisco e o Museu Paranaense. O Largo da Ordem é ponto de encontro dos curitibanos à noite, em seus diversos bares, e aos domingos pela manhã, quando acontece a tradicional feira de artesanato.

CONHEÇA - A "grande quantidade de pinheiros”, do guarani kur yt yba, que originou o atual nome da cidade, é outra característica de Curitiba. A região era ponto de parada de tropeiros, condutores de gado, entre o Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Aos tropeiros se devem costumes que se uniram aos dos imigrantes europeus, no ciclo da erva-mate e da madeira, quando foi construída a Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, ligando o litoral ao planalto paranaense.

Um dos passeios mais tradicionais de Curitiba é descer a Serra do Mar de trem até a cidade histórica de Antonina, onde come-se o barreado, prato típico do Paraná. O trem percorre a região de Mata Atlântica, que é reserva da Biosfera da Unesco, atravessando túneis, pontes e abismos com paisagens de tirar o fôlego. O Museu Ferroviário de Curitiba, no prédio da antiga estação de trem, conta a história da ferrovia de 110 km com um desnível de 900 metros de altura entre a serra e o mar. (Por Geraldo Gurgel/MTur)



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