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Desembargadora Liana Chaib fala sobre desafios na gestão do TRT-PI

A posse da nova direção será dia 30 de novembro.

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A desembargadora Liana Chaib foi eleita, por unanimidade, presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região – Piauí (TRT/PI) para o biênio 2019/2020, em sessão ordinária na quarta-feira. O desembargador Wellington Jim Boavista foi eleito vice-presidente e corregedor-regional. A posse da nova direção será dia 30 de novembro.

Dra. Liana Chaib já passou pela presidência em 2004 a 2006 e agora novamente para um novo desafio. Segundo ela, todo desafio que tem que ser cumprido será com serenidade. “Eu recebo a presidência mais uma vez como eu sempre recebi todo e qualquer desafio, com serenidade. Eu costumo dizer que as metas da Justiça do Trabalho, as metas de qualquer justiça, é ser uma justiça acessível que possa abranger toda e qualquer parte da população, que seja uma justiça justa, aquela que respeita o empregado, respeita o empregador e dar na medida do que cada um na verdade precisa receber. Uma justiça moderada, nós temos que olhar sempre para os dois lados, o lado do empregado que é hipossuficiente mas as vezes nós temos o empregador que também se caracteriza como hipossuficiente, nós temos ali na ponta da linha um micro-empresário, um pequeno salão de beleza e nos não podemos olhar para esses empregadores com o mesmo olhar que a gente olha um grande empregador, essa é a justiça que tem que ser feita, é o meu desafio junto a mim como presidente, aos meus colegas e aos servidores”, disse.

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Desembargadora Liana Chaib (Crédito: Reprodução/TVMN)

Segundo a desembargadora, três palavras guiam sua gestão: fé, coragem e moderação. “Fé é o que guia a nossa vida, é crer naquilo que você imagina, que você não ver mas que você pode ver mais na frente executando com coragem e a moderação é isso, eu nunca vi os excessos darem certo, a luz é boa, mas quando é intensa ela cega, tudo que é intenso, é demais quer para o lado positivo, quer para o negativo não conduz para o final feliz, essa é minha regra”, declarou.

Sobre a diferença da presidência de 2004 para agora, a desembargadora destacou. “Muda tudo, tem um ditado que diz que ninguém navega nas mesmas águas, a água já fluiu, eu não sou mais a mesma e a Justiça do Trabalho também não navega mais nas mesmas águas, muda os desafios, o cenário, tem a reforma trabalhista que temos que enfrentar”, finalizou.




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