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Crise não reduzirá empregos no Ceará

As palavras que expressam a tranqüilidade vieram de um dos representantes do setor

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O assunto de maior preocupa??o e aten??o do momento, a crise econ?mica global, n?o deve impactar em redu??o de postos de trabalho em um dos setores industriais de maior peso do Cear?: a ind?stria de cal?ados. As palavras que expressam a tranq?ilidade vieram de um dos representantes do setor: ?Nesse ?ltimo trimestre n?o vamos ter desemprego. Mas o setor deve se manter est?vel em 2008, interrompendo o n?vel de crescimento que vinha apresentando em anos anteriores?, ressalta o presidente do Sindicato das Ind?strias de Cal?ados e Vestu?rio de Juazeiro do Norte (Sindind?stria), Ant?nio Mendon?a. No entanto, segundo ele, as contrata?es tempor?rias para as festas de fim de ano devem trazer receio aos empres?rios.

Em agosto ? antes da bolha financeira estourar ? a taxa de ocupa??o assalariada na ind?stria do Estado tinha crescido 2,74%, em rela??o a igual m?s de 2007 ? o segundo melhor resultado no Cear?, dentre os setores estudados pela Pesquisa Mensal do Emprego e Sal?rio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat?stica (IBGE). No acumulado de oito meses o indicador teve 1,72% de alta.

Todavia, em ?mbito nacional, j? n?o se pode ter as mesmas perspectivas de atravessar o momento delicado atual esbanjando n?meros positivos. O setor brasileiro inicia a trajet?ria de fim de ano com s?rias preocupa?es.

No Rio Grande do Sul, mesmo antes da grande deteriora??o dos mercados vir ? tona, os n?meros relativos ao emprego industrial cal?adista j? n?o eram positivos: -1,62%, no confronto agosto de 2008/agosto de 2007 e -3,72%, no comparativo acumulado do ano.

O presidente da Associa??o Brasileira das Ind?strias de Cal?ados, Milton Cardoso, manifestou sua inquieta??o perante os n?meros do Instituto. Para ele, a queda no pessoal ocupado de 3,14% no m?s e de 9,61% no acumulado de 12 meses, somente encontra explica?es no que ele chama de ?verdadeira invas?o de produtos importados? que est? tomando conta do mercado brasileiro.

O dirigente lembra que o segmento cal?adista emprega diretamente mais de 300 mil pessoas no Pa?s e que ? respons?vel indireto por outros 500 mil empregos em setores fornecedores, como a cadeia t?xtil, qu?mica, de componentes e m?quinas e equipamentos.

A ind?stria cal?adista brasileira tamb?m ? destaque no cen?rio mundial. ? o terceiro maior produtor e tamb?m o quinto exportador.

Exporta?es mantidas

No Cear?, at? o momento, os neg?cios do setor com outros pa?ses est?o mantidos. ?Nada foi cancelado. Os contratos de exporta??o s?o feitos com muita anteced?ncia e s?o cumpridos. Agora, se a crise perdurar, no in?cio de 2009, podemos ter problemas, tanto na gera??o de empregos, como nas exporta?es?, avalia o presidente do Sindind?stria. No entanto, a queda na renda em outros pa?ses, pode atrapalhar posteriormente.

?Do lado das exporta?es, com toda a dificuldade cambial, pois n?o podemos esquecer que, ao final de agosto, o d?lar ainda era cotado a R$ 1,63, a ind?stria brasileira ainda conseguiu se sair bem, registrando no per?odo de janeiro a agosto uma queda de apenas 3% em pares e um crescimento de 1,8% em d?lares?, pontua o titular da Abica.

Nesse intervalo, conforme o Centro Internacional de Neg?cios (CIN) ? vinculado ? Federa??o das Ind?strias do Estado do Cear? (Fiec) ? a ind?stria local enviou US$ 222,75 milh?es a outros pa?ses, sobretudo os EUA (alta de 9,4%, em rela??o ao acumulado janeiro/agosto de 2007).

O Cear?, sem d?vida alguma, se comparado com outros estados, como S?o Paulo e Rio Grande do Sul, tende a se beneficiar com a crise. Fatores comparativos como a desvaloriza??o do real frente ao d?lar, o que deve ajudar nas exporta?es, e a sua localiza??o privilegiada, deve fazer com que mais ind?strias se instalem em seu territ?rio. Se a produ??o anual do Brasil cair de 600 milh?es de pares (2007), para 500 milh?es ou 400 milh?es, o Cear? dever? produzir acima dos 100 milh?es. ? um setor que gera 60 mil postos de trabalho no Estado.


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