Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) tem exercido papel fundamental no estímulo a projetos inovadores e investiu R$ 5 milhões n Piauí. A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) investiu R$ 4 milhões.

Um dos projetos é uma fazenda localizada na Cacimba Velha, zona rural de Teresina, que atua com o beneficiamento de leite e derivados e faz doce de leite e Queijo Prato e, de acordo com o diretor comercial do empreendimento, Vitor Bezerra, a empresa funciona desde 2017 e recentemente adquiriu o selo SISBI, que permite a comercialização dos produtos para todo o Brasil.

Empresa produz queijos temperados (Divulgação)Empresa produz queijos temperados (Divulgação)

"O selo SISBI nos possibilita vender para fora do nosso estado, estamos buscando aderir aos estados do Ceará e Maranhão visando expandir nosso mercado. Algumas empresas vêm nos procurando em buscar de parcerias!", diz, destacando o apoio da Fapepi e da FINEP.

"A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) foram cruciais para conseguimos aperfeiçoar nosso processo na fabricação dos queijos gourmet, sem eles não conseguiríamos avançar com a qualidade do nosso produto e melhorarmos a estrutura física do nosso processo. No ano de 2021 fomos contemplados no Programa Tecnova com recurso no valor R$ 200.000 para inovação então para uma empresa pequena que ainda somos vocês já imaginem o apoio que isso nos deu!", disse.

Segundo Vitor, a laticínios é especializada em queijos e também trabalha com a fabricação de bebidas lácteas, leite pasteurizado e outros derivados do leite como a manteiga de primeira qualidade, a manteiga da terra, requeijão, nata, creme de leite e outros. "Hoje temos 23 produtos que compõem o nosso mix, e em para agosto teremos duas novidades: doce de leite e Queijo Prato", promete.

Empresa gera emprego (Divulgação)Empresa gera emprego (Divulgação)

Queijos temperados

Um diferencial é a produção de queijos temperados, que começou com o patriarca da família, Antônio Lourenço, pernambucano. "Convidamos um amigo que sempre gostou de cozinhar, fomos ao supermercado e compramos alguns ingredientes e começamos os testes. No início eram mais sabores, mas o mercado não aceitou todos aí ficamos com os mais aceitáveis pelos consumidores: Tomate seco, Tomate seco Picante, Sertão! Hoje em média fazemos 2000 quilos desses queijos por mês", explica.

Victor diz que o queijo gourmet tem tido bastante aceitação no mercado, não é um produto de consumo diário e sim para momentos especiais com família e amigos! "Estamos muito felizes com o resultado desse projeto e acreditamos no crescimento natural junto com a marca!", revela, declarando que sempre pesquisa e busca inserir mais variedades para agregar à marca.

De acordo com Vítor, a empresa sempre vem investindo em pesquisa, buscando participar de editais de fomento, ter um corpo técnico capacitado e que capacite seus colaboradores, tudo isso em busca da qualidade dos nossos produtos e da satisfação do consumidor. "Hoje buscamos parceria com instituições de educação básica e superior e com ICTs para levarmos conhecimento aos alunos e também aos nossos colaboradores!", diz.