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Interior do Ceará perde 6.655 vagas no início de 2008, aponta Cadastro de Empregados

Com isso, o campo de trabalho do Interior é o mais prejudicado no Ceará

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Com 24.957 admiss?es e 26.500 desligamentos, o mercado de trabalho cearense voltou a registrar desempenho negativo em fevereiro. O d?ficit de 1.543 vagas formais foi influenciado, sobretudo, pela retra??o na agropecu?ria, que h? tr?s meses acumula perdas. Este ano, j? s?o 4.167 vagas a menor no setor, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo Minist?rio do Trabalho e Emprego.

Com isso, o campo de trabalho do Interior ? o mais prejudicado. Enquanto a Regi?o Metropolitana de Fortaleza (RMF) teve um saldo positivo de 1.232 vagas em fevereiro, no Interior foram 2.775 postos a menos ? queda de 10,59%. Este ano j? foram perdidas 6.655 carteiras assinadas. ?A culpa por esse resultado ? da estiagem no campo e da entressafra?, explica o diretor de Estudos e Pesquisas do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), J?nior Macambira.

N?o foi apenas a agropecu?ria que teve desempenho negativo. O setor perdeu 2.473 vagas em fevereiro, mas com?rcio e ind?stria de transforma??o tamb?m perderam vagas no per?odo. Com isso, o estoque de empregos com carteira assinada no Estado caiu 0,22%.

Esta foi a terceira queda consecutiva. Em dezembro, o Estado perdeu 1.841 postos. Em janeiro, foram 4.905 vagas a menos. Foi tamb?m o foi o pior resultado do Estado para o m?s de fevereiro desde 2003, quando foram eliminados 1.690 postos de trabalho. No entanto, de acordo com Macambira, os n?meros j? eram esperados e apenas ?comprovam a sazonalidade do mercado de trabalho?. Em fevereiro, a queda foi puxada pelo desempenho da agricultura, enquanto nos dois meses anteriores o principal setor respons?vel pelo d?ficit foi a ind?stria de transforma??o.

A retra??o na ind?stria acontece todos os anos em fun??o das f?rias coletivas concedidas pelas empresas ap?s o pique de produ??o. Com a redu??o do consumo, nos meses posteriores ao Natal, as f?bricas preferem poupar gastos com m?o-de-obra e energia, entre outros custos. O com?rcio tamb?m ? atingido pela ressaca p?s-r?veillon, mas deve se recuperar nos pr?ximos meses com a P?scoa e a proximidade do Dia das M?es, em maio.

1? Bimestre

Gera??o de empregos formais quebra recorde no Pa?s

Bras?lia. Por outro lado, no Pa?s, mercado de trabalho formal apresentou expans?o recorde no primeiro bimestre. O n?mero de postos com carteira assinada alcan?ou 347.884 vagas, o que representa o melhor resultado para per?odo desde 1992. O saldo ficou 37% acima do registrado de janeiro a fevereiro de 2007.

Na avalia??o do MTE, o desempenho do mercado formal nos pr?ximos meses ser? ainda melhor, j? que tradicionalmente se trata de um per?odo de forte gera??o de emprego. ?Vamos viver o melhor ano do emprego. A demanda interna est? aquecida, e os setores produtivos est?o produzindo mais. N?o h? risco de infla??o?, disse o ministro Carlos Lupi.

Nas contas de Lupi, 2008 deve gerar o recorde de 1,8 milh?o de vagas formais. No ano passado, melhor ano do emprego com carteira assinada, foi criado 1,617 milh?o de postos.

Somente em fevereiro, foram gerados 204.963 postos. O n?mero ? o melhor para o m?s na s?rie hist?rica do Caged. Todos os setores da economia apresentaram saldos positivos. Os destaques ficaram para servi?os, com 74.441 vagas criadas, e ind?stria da transforma??o, com 46.812 postos.

Entre as regi?es, o saldo de vagas foi negativo apenas no Nordeste, por conta do fim do ciclo da cana-de-a?car, afetando o setor sucroalcooleiro.


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