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Inglesa com câncer terminal se cura após gastar tudo em viagens

Lisa Russel, de 37 anos, já havia planejado o seu funeral e até mesmo escrito cartas se despedindo de suas filhas Chloe e Geórgia.

Inglesa com câncer  terminal se cura após  gastar tudo em viagens
Inglesa com câncer terminal se cura após gastar tudo em viagens | Reprodução
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Uma inglesa considerada doente terminal devido a um câncer no pulmão se curou após gastar todas as suas economias para criar memórias com a família, de acordo com o site ?Daily Mail?.

Lisa Russel, de 37 anos, já havia planejado o seu funeral e até mesmo escrito cartas se despedindo de suas filhas Chloe e Geórgia. Ela e o seu marido, Anthony, decidiram então dar para as meninas o melhor ano da vida delas. Eles então pegaram sua poupança e gastaram em viagens.

? Eu era muito nova quando perdi minha mãe. Foi horrível imaginar que elas pudessem crescer sem mim. Poder dizer a elas que eu não ia a ligar nenhum foi o melhor momento da minha vida ? contou.

Lisa lembra que fumava dez cigarros por dia e começou a tossir muito. Em 2009, ela resolveu visitar um médico e foi diagnosticada com câncer de pulmão.


Inglesa com câncer  terminal se cura após  gastar tudo em viagens

Inglesa com câncer  terminal se cura após  gastar tudo em viagens

Na época, os médicos disseram que seu câncer não tinha como operar, mas que o tratamento com quimioterapia lhe daria mais 18 meses de vida com a família:

? Eu não queria que a história se repetisse, então eu prometi criar tantas memórias maravilhosas para minhas filhas quanto fosse possível.

Ela gastou mais de R$ 65.000,00 em viagens para Lanzarote, Bulgária e Turquia, além de organizar um casamento com o marido para que as filhas assistissem.

? Era impossível esquecer o câncer, mas ver as meninas se jogar no mar e brincar na praia foi fantástico ? lembrou.

Na volta para casa depois da viagem, já haviam passado os 18 meses de vida estipulados pelos médicos. Lisa continuou fazendo check-ups a cada três meses, sem mudar a perspectiva.

De repente, em abril de 2012, tudo mudou. Três anos após o diagnóstico original, ela fez mais uma biópsia de rotina e recebeu a notícia que o tumor tinha encolhido tanto que os médicos não conseguiam mais encontrá-lo.

? Eu não podia acreditar. Comecei a rir. Me sinto tão sortuda.


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