Picada de aranha vira 'vulcão de pus' e vítima compartilha na web

Aranha-saltadora picou perna de homem na África do Sul

Uma picada de aranha-saltadora acabou se transformando em um verdadeiro drama para um homem na África do Sul: após ser atacado pelo aracnídeo, acabou tendo de se dirigir ao hospital já que a região do corpo ficou tão inflamada que, como se pode imaginar, a dor se tornou insuportável.


Os médicos que realizaram o procedimento para a retirada do veneno encontraram um verdadeiro “vulcão de pus” devido à inflamação após a picada, e afirmaram acreditar que se trata de uma picada de aranha -saltadora ( Salticidae ). 

Nas imagens, que causam aflição a qualquer espectador, mostram que os médicos cortam com um bisturi a região afetada e, gentilmente, apertam a pele. Depois disso, uma grande quantidade de fluidos sai pelo orifício. Assustador.

Segundo o tabloide britânico “The Mirror”, o homem grita de dor durante o procedimento, mas os médicos apenas afirmam: “sabem como está doendo, por isso te sedamos.” Depois disso, o médico responsável pelo procedimento continua a drenar e faz uma pressão agressiva de ambos os lados da mordida para retirar todo o veneno para fora.

A picada aconteceu na África do Sul, mas nem o nome da vítima nem do hospital foram divulgados. O país sul-africano possui mais de duas mil espécies em seu território – sendo que entre as mais venenosas está a viúva-negra. 

Apesar de a aranha-saltadora ser intimidadora, sua picada não é mortal. A família Salticidae tem mais de 500 gêneros e mais de 5.800 espécies – sendo a maior família de aranhas do mundo, incluindo aproximadamente 13% de todas as espécies. Para caçar, elas não utilizam a teia, mas sim uma espécie de “bote” em suas vítimas, ficando à espreita.

Outra curiosidade interessante da aranha-saltadora é que ela possui uma das melhores visões entre todos os artrópodes. Geralmente, são reconhecidas pelos seus olhos, uma vez que todas elas possuem quatro pares de olhos com um deles sendo particularmente maior. Estes aracnídeos estão presentes em quase todo o planeta, vivendo principalmente em florestas tropicais – mas também podem viver em ambientes mais “difíceis”, como os desertos e regiões montanhosas. 

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Fonte: iG