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Lixão de Teresina vai passar por reciclagem, afirma MPT

Edno Moura diz que a presença de crianças nos lixões é inaceitável

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Em busca da sobrevivência, algumas famílias recorrem à catação de lixo em aterros sanitários para gerar renda e seu sustento. A situação insalubre, entretanto, acaba refletindo nas crianças, que muitas vezes acompanham seus pais nesse trabalho. Para combater essa conduta, uma comissão se reuniu na última sexta-feira, dia 6, para debater formas de impedir a presença de crianças nos lixões e proporcionar formas mais dignas de trabalho aos catadores.

O procurador do Trabalho Edno Moura explica que o objetivo principal da visita foi apresentar soluções para os catadores. “Os lixões precisam ser fechados e dar lugar a um novo sistema de depósito de resíduos. É preciso promover a inclusão dos catadores em novas alternativas para sobrevivência, como a reciclagem de resíduos. Outro objetivo é acabar com o número de crianças que também fazem esse trabalho, para que as famílias tenham fonte de renda mais saudável e segura”, ele conta.


Também estiveram presentes representantes do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), Centro de Referência de Assistência Social (CRAS Sul), Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Semduh) e Litucera.

“Precisamos trabalhar de maneira articulada para erradicar o trabalho infantil. Nós trouxemos o tema de forma educativa e com oferta de serviços, de maneira a formar cidadãos. O maior problema é conseguir trabalhar de maneira integrada com a comunidade, que passa por situação de desemprego e desinformação. Muitas vezes, esse trabalho é repassado de geração em geração”, explica a coordenadora do CREAS Sul, Marta Sérgia.


O encarregado do aterro, José Filho, afirma que o combate às invasões de catadores é de difícil execução. “Nós colocamos a cerca, mas eles sempre furam e conseguem entrar. Os catadores também ameaçam os funcionários da empresa responsável pela coleta do lixo”, alega.

Apesar das ameaças, o procurador Edno Moura diz que a presença de crianças e adolescentes no local é inaceitável. “Nós precisamos conversar com a associação de catadores, saber quais são as necessidades deles e ser firmes. É preciso quebrar esse ciclo. Não podemos mais aceitar crianças ou adolescentes trabalhando aqui”, assevera.



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