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Material escolar deve ficar 10% mais caro em 2019

Material escolas costuma pesar no bolso dos teresinenses

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Todo início de ano é sempre a mesma situação para pais que têm filhos em escolas e precisam comprar material escolar, muitas vezes com gastos exorbitantes, muito além do poder econômico de muitos deles. E também porque, a partir de janeiro, os itens ficarão, em média, 10% mais caros, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae).

Especialistas dizem que é de fundamental importância um planejamento antecipado, para que os gastos não cheguem a causar problemas nas finanças familiares. A questão da compra de material escolar envolve diversos fatores, segundo o economista Francisco Sousa, e é preciso, diz ele, buscar alternativas para que se tenha economia na compra de material escolar.

"Além da preocupação com a educação, futuro e formação do filho, essa base, quanto à educação, é fundamental. Mas pode se ter materiais de qualidade, livros didáticos, que atendam às exigências, sem se ter um custo tão elevado", diz o especialista no assunto. Francisco Sousa recomenda que, quanto à lista de materiais que devem ser usados durante o ano letivo, é importante uma análise dos pais, em relação ao que está sendo pedido, e caso os pais encontrem algum item e fiquem em dúvida quanto ao uso do material, a sugestão do economista é, em primeiro lugar, conversar com a escola e ver se é possível entrar em acordo, para reduzir a quantidade ou alguns itens a serem comprados.

Outro ponto importante, segundo ele, é a pesquisa de preços. "Diversos levantamentos feitos demonstram que há uma variação grande de preços entre uma livraria e outra, e isso já é um ponto que pode levar a uma economia", sugere. E quanto à marca dos materiais, no caso os escolares, Francisco Sousa diz, claramente, que isso pesa e muito, no preço final. Ou seja, um item de marca tem, geralmente, um preço bem maior do que o de uma outra marca menos forte, no mercado.

O economista tocou em um ponto em relação às marcas, que é o fato de, principalmente, as crianças darem preferência a produtos que estejam em evidência em comerciais, como personagens. "Muitas vezes, só o fato de ter personagens em alguns tipos de material escolar, por exemplo, já encarece o produto. Nesse caso, os pais devem negociar com os filhos sobre a utilização desse tipo de material".

Sobre a reutilização de livros, réguas, mochilas, entre outros produtos, por exemplo, o especialista em economia considera também, de suma importância, que os pais procurem essa forma de uso, como opção, e sempre explicando ao filho sobre essa cultura, imposta pela sociedade, que é a compra de novos materiais escolares, todos os anos.

"Atualmente, existem diversos meios de comprar, como nas redes sociais, sites, onde podem ser encontradas formas seguras, de negociar, comprar, fazer trocas e barganhar. Os pais podem também se juntar e comprar no atacado, já que eles podem ter poder de barganha, em decorrência da quantidade a ser comprada", aponta. Com essas dicas, Francisco Sousa entende que é possível reduzir custos em relação ao custo-benefício, quanto à lista de materiais escolares.


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