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MP denuncia 22 por fazer uso de dedo de silicone para fraudar ponto

O objetivo era simular o cumprimento de jornadas de trabalho

MP denuncia 22 por fazer uso de dedo de silicone para fraudar ponto
Foram apreendidos dedos de silicone para fraudar ponto | Reprodução
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.A 4ª Promotoria de Justiça de Paranaguá, litoral do Paraná, ofereceu denúncias contra 22 pessoas acusadas de envolvimento na apreensão de “dedos” de silicone, supostamente utilizados para fraudar o registro do ponto biométrico na Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), para simular o cumprimento de jornadas de trabalho.

As denúncias resultaram de investigação iniciada em fevereiro de 2014, quando o Ministério Público, com o auxílio da Polícia Federal, cumpriu mandado de busca e apreensão na zona portuária de Paranaguá, apreendendo 23 moldes de dedos de silicone. Todos os denunciados atuavam, na época, como servidores do Porto. Posteriormente, por via administrativa, a maioria deles foi demitida.

Os denunciados vão responder por estelionato e formação de quadrilha. Caso a ação penal seja julgada procedente, podem ser condenados a penas de até oito anos de reclusão, além de restituição das vantagens salariais recebidas por dias de serviço não trabalhados.

Foram apreendidos dedos de silicone para fraudar ponto
Foram apreendidos dedos de silicone para fraudar ponto

Para o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino, a ação estava relacionada à “indústria de ações trabalhistas que se instalou no porto”.

“Nos últimos anos, [essa indústria] ceifou mais de R$ 1,4 bilhão dos cofres públicos. Estamos batalhando para reverter esta realidade”, afirmou. O porto de Paranaguá tem um passivo trabalhista de aproximadamente R$ 500 milhões, a maioria por desvio de função e horas extras.

Foi a administração do porto quem alertou a Polícia Federal sobre o caso. Os “dedos” foram encontrados por técnicos da Appa.

Os moldes estavam em armários e gavetas dos acusados. “Coube a nós a alternativa de arrombar os cadeados, e ali que nós encontramos os dedos, alguns eram nominativos”, contou na época o delegado da Polícia Federal Jorge Luiz Fayad Nazário.


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