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Mulher de pedreiro morto por PRF pede justiça: "Acabou com minha vida"

A viúva disse ainda que Joilson era uma pessoa honesta, sem nenhuma passagem pela polícia.

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Um homem identificado como Joilson Pereira, de 39 anos, foi morto após levar dois tiros de um agente da Polícia Rodoviária Federal de Picos. Segundo os relatos, a vítima não obedeceu à ordem de parada e foi perseguido pela viatura da PRF, quando foram desferidos dois tiros durante a perseguição.

A viúva da vítima, Maria Raimunda de Lima, disse ao portal Grande Picos que os agentes da PRF não socorreram seu marido e uma ambulância que estaria vindo de Teresina o teria levado para o Hospital Regional de Picos.

Maria Raimunda disse que ao chegar no hospital, foi informada que seu esposo havia levado apenas um tiro, e não dois, como aconteceu de fato. Ela relata que conversou com ele até a hora da sua morte. “Ele conversou comigo até na hora que se acabou. Ele relatou que foi a polícia que tinha feito uma covardia com ele”, destacou.

A viúva disse ainda que Joilson era uma pessoa honesta, sem nenhuma passagem pela polícia e que seu veículo estava com a documentação em dias. Ela disse também que nenhum agente da PRF a procurou para dar qualquer informação. Maria Raimunda declarou que pretende acionar a justiça pelo ocorrido com seu esposo.

“Eu lamento muito, porque ele era tudo para mim. Ele só trabalhava para casa. Tudo que eu tinha na vida, era só ele. Acabou com a minha vida e com a dele. Eu vou atrás, que ele [o agente da PRF] justifique o que fez com ele. Eu quero fazer um apelo, porque eu quero justiça pelo que fizeram com ele, porque ele era um homem honesto, trabalhador. Porque ele era preto, não era obrigado ter matado ele. Se tivesse prendido a moto, ou ele, eu estava satisfeita, porque ele ia voltar para mim, e agora ele não volta mais para mim. Ele era um esposo bom e trabalhador”, relatou Maria Raimunda.

Francisco Edivan trabalhava com a vítima e afirmou que, ao que parece, Joilson havia ingerido bebida alcoólica e teria tentando fugir da abordagem, mas ele destaca que não justifica o policial ter atirado. Ele falou que acompanhou os policiais rodoviários até o distrito policial e ouviu de um agente, identificado como Pedro Henrique, que o disparo teria sido de acidental e que teria sido apenas um tiro.

Os relatos do colega de trabalho de Joilson são de que no Hospital Regional, a vítima ficou apenas tomando soro e medicamentos, e que nenhum exame teria sido feito em tempo hábil.

“O que eu achei errado no Hospital Regional foi que se tivesse pego ele assim que ele chegou, porque se ficaram sabendo que ele estava com uma perfuração, era para ter feito o exame era de imediato, não era para ter deixado para o outro dia e estar só dando medicamento. […] Do jeito que ele chegou, ele ficou no corredor, era ter feito o que? Levado para a sala de cirurgia ou então para fazer uma tomografia nele”, disse Francisco Edivan.


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