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Pesquisas recentes apontam que 30% dos adultos tenham esteatose

A esteatose é uma doença hepática mais prevalente em todo o mundo

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A esteatose vem se tornando uma doença do fígado cada vez mais conhecida da população em geral. Ela é classificada em dois grandes grupos: causada pelo consumo excessivo e crônico de bebidas alcoólicas; causada por outros fatores de risco e denominada Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA).

De acordo com o gastroenterologista Moreira Filho, esteatose hepática é um distúrbio que se caracteriza pelo acúmulo de gordura no interior das células do fígado, uma glândula situada do lado direito do abdômen por onde circula grande quantidade de sangue. “O aumento de gordura dentro dos hepatócitos, constante e por tempo prolongado, pode provocar uma inflamação capaz de evoluir para quadros graves de hepatite gordurosa, cirrose hepática. Porém, essa complicações são raras, acontecem em menos de 5% dos casos. Mas remotas ainda são as chances de câncer”, explica.

Estima-se que 2-3% dos indivíduos magros apresentam esteatose hepática, enquanto essa proporção cresce ainda mais entre os obesos. Pesquisas recentes dizem que 30% dos adultos tenham esteatose, em todo o mundo. O número é tão alarmante, que a Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) definiu um consenso nacional sobre a doença. Trata-se de uma epidemia mundial. A esteatose hepática não-alcoólica está relacionada não só com a obesidade, mas também com a presença de diabetes, resistência à insulina e hipertrigliceridemia.

Segundo Moreira, nos quadros leves de esteatose hepática, a doença é assintomática. Os sintomas aparecem quando surgem as complicações da doença. Num primeiro momento, as queixas são dor, cansaço, fraqueza, perda de apetite e aumento do fígado. Nos estágios mais avançados de esteato-hepatite, caracterizados por inflamação e fibrose que resultam em insuficiência hepática, os sintomas mais frequentes são ascite (acúmulo anormal de líquido dentro da cavidade abdominal), encefalopatia e confusão mental, hemorragias, queda no número de plaquetas, aranhas vasculares, icterícia.

O médico explica que o tratamento se concentra na causa, ou seja, o diabetes, os níveis elevados de colesterol e triglicerídeos, a obesidade. Isso inclui uso de medicamentos, quando necessário, e uma mudança de hábitos de vida, com perda de peso, reeducação alimentar e realização de atividade física, além de acompanhamento médico regular. “Nos pacientes com obesidade mórbida,  a esteatose apresenta boa regressão com a perda de peso, após cirurgia bariatrica”, acrescenta o especialista.


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