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Prefeito suspeito de estupro diz que filmar pacientes era ‘vício’

Hilson Paiva se apresentou à delegacia às 14h desta sexta-feira (19) e está preso.

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O médico e prefeito afastado de Uruburetama, José Hilson de Paiva, disse em depoimento à polícia na tarde de sexta-feira (19) que os abusos sexuais de mulheres que atendia e as gravações que fazia dos atos se tornaram um "vício", segundo a Secretaria da Segurança Pública do Ceará (SSPDS). Hilson foi preso na tarde de ontem, quando se apresentou à Polícia Civil em Fortaleza. As informações são do G1.

"Ele fez registros não autorizados de pacientes, para se proteger de falsas denúncias de abuso, inicialmente com pacientes com que tinha alguma intimidade. Disse que se tornou vício e não conseguia mais parar de filmar. Nem a esposa dele tinha ciência", relatou Joseanna Oliveira, delegada do município de Cruz, onde o médico também fez vítimas.

Crédito: Helene Santos/Sistema Verdes Mares

Ainda segundo a delegada, José Hilson afirmou que a prática virou fetiche há décadas e que era um hobby fazer as gravações utilizando celulares e câmeras digitais. Ele ainda procurou tratamento.

Ainda conforme o depoimento aos policiais, desde 2017, quando assumiu a Prefeitura de Uruburetama, José Hilson parou com as filmagens por não ter mais tempo para consultar as pacientes, mas guardou as imagens em um HD externo, que teria perdido depois de um tempo.

PRISÃO

Hilson Paiva foi preso preventivamente na tarde desta sexta-feira (19) por suspeita de abusar de mulheres e filmá-las com câmeras escondidas, sem o consentimento das paciente. A prisão foi determinada nesta sexta-feira (19) pelo juiz José Cléber Moura do Nascimento, que considerou a medida necessária para preservar as provas e evitar a influência do prefeito nas investigações.

"A prisão preventiva se faz necessária a fim de preservar a higidez das provas a serem produzidas em juízo eis que, da leitura das peças, depreende-se que o representado vinha utilizando sua influência para se manter impune ao longo de vários anos", decidiu o juiz.

Para o advogado, o argumento é "absolutamente incabível" pelo fato de o prefeito estar afastado do cargo da gestão municipal e impedido de exercer atividade médica.

Crédito: Natinho Rodrigues/G1


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