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Projeto orienta pessoas com transtorno mental

O projeto foi realizado no Caps III

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O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS III), localizado no bairro Três Andares, recebeu o projeto Mente Cidadã: Família, Vulnerabilidade e Saúde Mental”, na quinta-feira (17). O programa tem como objetivo incentivar uma melhor orientação jurídica quanto aos direitos das pessoas com  transtorno mental e também uma  maior  sensibilização  da  Defensoria Pública na participação das ações de transformação social.

O projeto Mente Cidadã proposto pela Defensoria Pública do Estado do Piauí, pretende levar não só o serviço de orientação jurídica social, oferecido pela própria Defensoria, como também articular com outros órgãos do estado e do município levando outros serviços que garantam cidadania à pessoa com transtorno mental. 

José Alves Filho

A defensora pública Patrícia Ferreira Monte Feitosa, diretora de Primeiro Atendimento e titular da 12ª Defensoria Pública de Família, explica que a ideia é realizar ações volantes como essa em todos os postos de atenção à saúde mental. 

“O município já disponibilizou um cronograma para a gente atender até fevereiro do próximo ano. O projeto só tem sido possível pelos parceiros, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) e sua coordenação de saúde mental; a Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP), através dos estudos de identificação; a Secretaria de Saúde do Estado, com serviço de atenção básica, e a parceria com o INSS digital, nos protocolos de assistência social e consultas”, diz. 

O projeto, iniciado no Hospital Areolino de Abreu no dia 25 de setembro e levado ao Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) no último dia 7, consiste na orientação jurídica, judicial e extrajudicial, às pessoas com transtorno mental e seus familiares, visando ainda chamar a atenção para a rede de assistência psicossocial, buscando humanizar o atendimento prestado.

“Ele está aberto para qualquer ponto e qualquer outra instituição para a qual os serviços sejam imprescindíveis. Até agora a gente só tem serviço até fevereiro. Mas o sonho da defensoria é que isso seja um fluxo contínuo, com previsão de 12 meses”, afirma Patrícia. 


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