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Sistema de saúde do Chile à beira do colapso

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, reconheceu no sábado (23) que "é verdade que o coronavírus levou o sistema de saúde chileno a muito perto do seu limite, com UTIs 85% ocupadas"

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Por Deutsche Welle

A propagação do coronavírus continua quebrando recordes no Chile: nesta segunda-feira (25), foram registrados 4.895 casos em 24 horas, atingindo um total de 73.997 infectados, com 43 novas mortes relatadas, o que eleva a contagem para 761 mortos.

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, reconheceu no sábado (23) que "é verdade que o coronavírus levou o sistema de saúde chileno a muito perto do seu limite, com UTIs 85% ocupadas", e hospitais trabalhando no máximo de sua capacidade. Piñera também disse que "ouvi ontem de alguns especialistas que o sistema de saúde está em grande demanda, muito estressado".

Um alerta oficial fora emitido 15 dias antes por um dos médicos intensivistas mais renomados do Chile. Em 8 de maio, Alejandro Bruhn Cruz, chefe do Departamento de Medicina Intensiva da Universidade Católica, alertou publicamente que "o sistema de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) poderia entrar em colapso nas próximas duas semanas". Naquele momento, Bruhn dissera que a capacidade pública de receber pacientes em UTIs já estava "prestes a atingir seu limite."

foto: Esteban Felix_AP

Segundo Alejandro Bruhn, também presidente do Comitê de Ventilação Mecânica, "a situação preocupante se concentra na Região Metropolitana [de Santiago], particularmente na rede pública, onde muitas instalações de saúde já chegaram quase ao limite da capacidade de receber pacientes de UTI. E os outros hospitais estão acima de 80%."

Bruhn, especialista da Universidade Livre de Bruxelas, alertou muito cedo que "se o aumento de pacientes que necessitam respiração mecânica persistir para além de duas ou três semanas, enfrentaremos uma situação de risco de colapso no sistema nacional de cuidados intensivos" ‒ exatamente o que está acontecendo hoje.


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