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População de Curimatá sofre com precário atendimento de saúde

População de Curimatá sofre com precário atendimento de saúde
Mais Saúde | imagens google
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Os moradores do município de Curimatá, região localizada a 775 km da capital, denunciam as condições precárias do atendimento de saúde no local. Conforme relatos, a população encontra dificuldades para agendar consultas e exames e faltam médicos e remédios no único posto de saúde da cidade.

Pequenos problemas como engessar um braço ou perna quebrada quando ocorrem os pacientes são conduzidos para Teresina. Para os curimataenses, a situação fica mais complicada para quem tem dificuldades financeiras, pois não contam com a ajuda da Prefeitura para deslocamento e nem casa de apoio na capital, que foi fechada a cerca de quatro anos.

A moradora da região, Zuleide, que precisa de remédios diariamente, conta que há mais de dois meses não recebe a medicação no posto de saúde. ?Nunca houve tantas irregularidades, hoje está faltando remédios até para a pressão. Já fui até na Secretária de Saúde e não tem, não sei mais o que fazer?, disse.

Zuleide conta que passou por uma crise de depressão em 2008, e nesse período contou com toda a assistência da prefeitura, desde do deslocamento de Curimatá, onde veio acompanhada pelo marido, passando por hospedagem, alimentação, tratamento e medicação.

?Não sabemos o que aconteceu com a casa de apoio, que ficava na Rua Joaquim Dias de Santana, no bairro Três Andares em Teresina. Sempre que tinha alguém com um problema sério, vinha uma equipe de médicos daqui e analisavam se não conseguissem resolver em Curimatá íamos para Teresina, só que era tudo custeado pelo município?, explica Zuleide.

O problema da saúde no município também se estende a falta de profissionais, como: médicos, enfermeiros e técnicos para atendimento, principalmente o atendimento em povoados mais distantes em que muitos curimataenses passam por graves problemas de saúde.

A casa de apoio foi um projeto criado em 2001, na gestão de Valdecir Júnior, em parceria com a Secretária Municipal de Saúde e Assistência Social. O projeto custava em torno de 60 mil reais por mês e atendia cerca de 70 curimataenses diariamente, esses cidadãos recebiam total apoio da prefeitura municipal.




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