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12% experimentaram drogas em THE

Apontada como mal do século XXI, a droga se infiltrou na sociedade de Teresina

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Apontada como mal do s?culo XXI, a droga se infiltrou na sociedade teresinense de tal forma que 12,94% da popula??o da cidade j? admite que usou algum tipo de entorpecente. ? o que mostra pesquisa do Instituto Piauiense de Opini?o P?blica (Ipop) feita em parceria com o Sistema Integrado de Comunica??o Meio Norte. A pesquisa Ipop-Meio Norte foi realizada com 394 pessoas em 106 bairros da capital, entre 7 e 11 de junho deste ano.

Entre os homens, o uso de drogas ? ainda maior. 20,56% revelam ter experimentado o produto, seja ele maconha, coca?na, merla ou crack, entre outras vers?es. Apenas 6,54% das mulheres assumem j? ter se drogado. As pessoas entre 25 e 34 anos s?o os maiores usu?rios, com 17,35%, seguidas do grupo de adolescentes de 16 e 17 anos, com 16,67%.

Na compara??o por grau de instru??o, o contato com drogas vai crescendo ? medida que diminui o n?vel de forma??o. Assim, 20,83% dos analfabetos provaram e somente 8,70% dos graduados disseram ter consumido.

O Ipop-Meio Norte tamb?mquis saber dos teresinenses qual a droga que mais traz problema para o usu?rio.O crack ? a mais perigosa, com 24,11%

das opini?es. A coca?na det?m a vice-lideran?a nesse ranking macabro, com 20,81%. O item ?Todas? teve 20,30%, seguido da maconha (13,96%).

Na lanterninha est? a merla, na verdadeumpoderoso entorpecente feito de restos de coca?na. O levantamento mostra que o cigarro est? caindo em desgra?a na capital. Apesar de aceito socialmente, 7,11% de homens e mulheres indicaram o fumo como a droga mais letal. A exce??o fica para os jovens. Ningu?m apontou o cigarro como o mais perigoso entre os teens com 16 e 17 anos.

Para o delegado especializado no combate ?s drogas em Teresina, Jo?o Jos? Pereira Filho, o JJ, todas as drogas s?o perigosas, mas o crack ? mesmo a mais perversa. ?? a que mais provoca ?bito. Segundo pesquisas,

em dois anos o viciado morre. Trata-se de um subproduto da coca?na?, explica. No Rio de Janeiro, os traficantes deixaram de investir em crack porque o consumidor ?dura pouco tempo?. J? na capital piauiense, ? poss?vel comprar uma pedra de crack por R$ 10. ?Um quilo do produto custa at? R$ 50 mil e produz riqueza imediata para quem trafica?, diz o delegado.

Ele conta que, nos primeiros seis meses deste ano, o crack superou percentualmente as demais drogas apreendidas na cidade.


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