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76% dos inscritos no Mais Médicos pelo Piauí já trabalhavam no SUS

Profissionais estariam migrando dos postos para assumir as vagas

Levantamento preliminar feito pelo CONASEMS (Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde) indica que grande parte dos profissionais selecionados no novo edital do Mais Médicos para substituir os cubanos, já atuava no Sistema Único de Saúde, o que segundo a instituição, vem provocando uma onda migratória de profissionais que já atuavam em outros serviços do SUS e estão pedindo desligamento do cargo para ingressarem no programa federal.

No Piauí, 152 médicos selecionados para substituir os profissionais de Cuba são egressos do ESF (Estratégia Saúde da Família). Ao todo, o Mais Médicos oferece no Estado 199 vagas. Na quinta-feira, 29 de novembro, o Ministério da Saúde anunciou que 8.330 profissionais inscritos no Programa Mais Médicos foram alocados nos municípios brasileiros. Apesar desse indicativo importante, na última relação nominal de médicos divulgada pelo MS, constavam 7.271 profissionais alocados. Esses dados foram cruzados com informações do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e do total de profissionais alocados, 2.844 já atuavam na Estratégia de Saúde da Família. O número é ainda maior se contabilizados profissionais que atuam em outros serviços do SUS, como hospitais e UPAS. Grande parte dos médicos estão pedindo desligamento e migrando de município para assumir a vaga no Programa Mais Médicos.

Para se ter uma ideia da problemática, o CONASEMS aponta que em Roraima, das 43 vagas ofertadas, 36 médicos inscritos já trabalhavam no SUS, praticamente todos no próprio estado. O Acre conta com 104 vagas no edital, 79 médicos se inscreveram até o momento, desses, 57 tem vínculo no CNES. Na Bahia, mais de 400 médicos dos 765 inscritos trabalhavam na Estratégia de Saúde da Família. No Rio Grande do Norte, a taxa atingiu mais de 70%, dos 139 profissionais alocados, 98 já estavam vinculados ao serviço público. A Paraíba detectou que 60% de 128 médicos que se apresentaram estão saindo de seus postos no SUS. No Amazonas foram ofertadas 322 vagas, 188 já foram preenchidas, dessas, 95 profissionais já atuavam na saúde pública. O Amapá tem 76 vagas, dos 49 profissionais inscritos até o momento, 26 possuíam vínculo. Em Tocantins, 27 médicos inscritos trabalhavam em Unidades Básicas de Saúde e pediram demissão para participar do Programa, que vai alocá-los em outras UBS para prestar praticamente o mesmo trabalho que já realizavam.


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