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Ciro Nogueira se posiciona sobre escolha de vice na chapa de W.Dias

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O presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira, em entrevista ao Jogo do Poder da Rede Meio Norte na tarde desta segunda-feira (16/07), falou sobre qual candidato à Presidência da República poderá apoiar e da desistência de indicar nome para ocupar a vaga de vice na chapa de Wellington Dias (PT). 

Apesar de o nome da atual vice-governadora Margarete Coelho (Progressistas) ter sido descartado para vaga de vice, Ciro acredita que "natural agora é que o vice seja indicado pelo MDB, e o nome colocado é o do deputado Themístocles [Filho] ”. E acrescenta: “O Progressistas saiu dessa discussão. O nome que o governador colocar estará valendo”. 

Sobre a senadora Regina Sousa ocupar a vaga de vice, Ciro afirmou: “Não temos restrição nenhuma para senadora, tanto para o Senado como para vice”. 

Senador Ciro Nogueira (Crédito: Karol Gomes-Portal Meio Norte)
Senador Ciro Nogueira (Crédito: Karol Gomes-Portal Meio Norte)

Na semana passada, Ciro Nogueira esteve com Geraldo Alckmim (PSDB) e com o pré-candidato  à  Presidência, Ciro Gomes (PDT). O senador revela em primeira mão ao Jogo do Poder qual sua preferência, mas sem definição. 

“Nós temos uma uma preferência por questões…Essas definições eu sempre coloco que vou pensar primeiro no Piauí, no Nordeste e depois fica o Brasil. Lógico, tenho toda uma responsabilidade do partido em nível nacional, mas se tiver que optar entre o Alckmim e o Ciro, a minha preferencia é pelo Ciro Gomes”, declarou. 

O apresentador Amadeu Campos questionou o senador sobre uma declaração do ministro Carlos Marun de que partidos coligados ao presidente Michel Temer não podem ir com Ciro Gomes porque 'podem perder os cargos que possuem'. 

“Não, nunca tive essa conversa. O presidente da República nunca falou isso, duvido que ele venha falar porque partido nenhum vai ser ameaçado, vai fazer qualquer escolha por causa de cargo, se vai perder cargo. Isso aí não é o perfil do presidente Temer, não acredito que venha acontecer. É um erro o ministro Carlos Marun colocar dessa forma”,  criticou. 

Ciro negou que tenha ‘indicado’, como presidente do Progressistas, o nome de Henrique Meirelles para chapa do MDB. “Não. O Henrique Meirelles é uma escolha do MDB, não me cabe fazer essa indicação”, disse, ao acrescentar: “Não, não aconteceu. O pré-candidato Henrique Meirelles é uma escolha do MDB. Ele tem todo o meu respeito, é um grande ministro”, elogiou. 

Apesar da declaração e de o Progressistas não ter um candidato próprio para concorrer  à Presidência, Ciro descartou apoiar Meirelles. “É difícil nós virmos a apoiar o Henrique Meirelles. Hoje a tendência do Progressistas é Ciro [Gomes}”. 


Senador  citou o chamado ‘centrão’. “São 7 partidos que estão, o PR hoje tem preferência pelo Jair Bolsonaro; o PP e o DEM mais pelo Ciro Gomes e o PRB pelo Alckmim. Então nós estamos tentando chegar a esse consenso e acredito que até quinta a gente chega”, disse. 

Ciro Nogueira rebateu ataques que sofreu nos últimos dias devido decisões tomadas. “Nós temos dois perfis de candidatos: o candidato que veio para mostrar o que fez, que está fazendo e principalmente e o que está fazendo e aquele candidato que não tem o que mostrar, só vai chamar atenção da mídia, só vai chamar atenção do eleitor com ataque, com alguma acusação. Eu continuo na linha de mostrar o que fiz, o que estou fazendo e principalmente o que vou fazer caso que venha ser reeleito senador da República”, declarou. 

Segundo o senador, os ataques ocorrem devido ao trabalho que tem desenvolvido junto ao Piauí. “É…Eu acredito que sim, e como ele vai chamar atenção? Não tem o que mostrar, chega nas cidades não tem uma obra, não tem um benefício para população e não um projeto para mostrar. Eu tenho um projeto consistente ao lado do governador Wellington Dias. Nós estamos construindo esse projeto desde 2014, um candidato favoritismo à reeleição como governador do Piauí. Então, não estou aqui jogando pedra, mas é a forma dele aparecer com ataques e pode olhar que grande parte dos candidatos que estão hoje me atacando, estavam na minha casa pedindo beneficio para suas cidades e hoje estão me atacando. Então quem vai julgar isso, a coerência dos homens públicos que estão disputando essa eleição, vai ser o eleitor, a população. Estou muito tranquilo quanto a isso”, reafirmou. 

Durante discurso ao anunciar desistência de indicar o nome para ocupar a vaga de vice, Ciro Nogueira citou que havia uma “frustração” muito grande, já que a vontade do Progressistas era indicar, inclusive houve manifestação conjunta de vários prefeitos. O senador foi questionado, então, sobre a situação hoje dentro do partido após essa decisão. 

“O Progressistas tentou, desde o início dessa  discussão, provar que a Margarete era o melhor nome, pelo apoio popular e pelo apoio das lideranças e de se buscar o consenso de todos os partidos da base. Isso não foi possível, por isso nós resolvemos abrir mão dessa disputa. Eu não vou negar: era uma disputa que até me constrangia porque existia aquela ‘brincadeira’, o Efrém sempre me perguntava sobre isso. Todo mundo só me perguntava sobre isso, e passava uma imagem ruim para o eleitorado, para as pessoas,  como se os políticos só se interessassem por essa questão de cargos, então criava um constrangimento”,  disse. 

Segundo Ciro, o Progressistas desistiu de indicar o vice, mas segue 'mantendo a palavra' na chapa do governador. “Nos resolvemos abrir mão e em todas as nossas entrevistas nós dissemos que estaríamos com o governador independente dessa questão da vice. Provamos e mantemos em palavra ao abrir mão dessa candidatura, então é uma decisão que está fora dos Progressistas e acho que poderíamos ter resolvido isso há muito tempo. Acho um erro nós não termos resolvido isso antes, porque estamos a 15 dias das convenções e ainda hoje não temos candidato a vice, nem ao Senado. Então é um erro estratégico”, questionou. 

Senador questiona ainda a demora para escolha dos nomes que vão ocupar as vagas na chapa majoritária. “Eu tenho certeza que o governador se pudesse já tinha resolvido isso também. Acho de todos os partidos aliados não terem chegado a um consenso”, reafirmou.



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