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Jornal Agora

Demora para realizar cesariana pode ter provocado a morte de bebê

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A família da dona de casa Ana Célia Alves de Oliveira, residente na zona rural de José de Freitas, entrou com denúncia contra a Maternidade Wall Ferraz, localizada no bairro Dirceu, na zona Sudeste de Teresina, após cesariana da dona de casa que terminou com a morte do bebê. 

De acordo com a família, houve demora na realização da cesariana, o que teria provocado a morte da criança. 

Maternidade Wall Ferraz (Crédito: Rede Meio Norte)
Maternidade Wall Ferraz (Crédito: Rede Meio Norte)

"Ela veio para cá encaminhada de José de Freitas, que foi encaminhada porque não tinha condições de ela ter a criança lá. A mãe leu, disse que tinha e que por favor fazer cesariana, só que os médicos olharam lá, sumiu o papel e de José de Freitas para cá não acharam mais [o papel]”, contou Gardênia Alves de Oliveira, prima da dona de casa.

Ana Célia, que já é mãe de uma criança, estava no novo mês de gestação quando deu entrada na Maternidade. Ela chegou para atendimento no local por volta das 18h do último dia 19 de junho e esperava realização de parto normal, o que não ocorreu. A cesariana só teria sido feita por volta das 4h da  madrugada. O bebê não resistiu e morreu. 

“Olharam, o coração dele estava batendo e levaram. Lá, eles fizeram os procedimentos que eles fazem para uma pessoa ter o parto normal. Eles forçaram, forçaram e nada. Quando chegou na sala de parto, o útero dela já tinha rompido e o bebê se sufocado”, acrescentou Gardênia. 

A dona de casa teria sofrido uma ruptura no útero. Já para a família, que está inconformada, a demora no atendimento provocou a morte da criança. “Deu 03h da manhã e aí levaram ela para sala de parto, lá tentaram fazer ela ter, foram dois médicos: um subiu em cima dela e ficou colocando o braço sobre a barriga dela e empurrando a criança; o outro ficou embaixo esperando a criança sair. O útero dela rasgou, acho que foi costurado na hora e ele [médico] disse que ela não tinha mais condições de ter filho. Depois,  foi batido o ultrassom e a doutorada disse que ela seria acompanhada, que faria tratamento e que daqui a três anos ela poderá ter [filho] e se for ter será arriscado”, contou Djair Oliveira, marido de Ana Célia. 

Em nota, a Maternidade informou que seguiu todo o protocolo de atendimento. A dona de casa já teria chegado em trabalho de parto, com 40 semanas de gestação e era classificada como de baixo risco. Ela foi encaminhada para sala de parto, mas não houve progressão. Em seguida, foi levada para sala de cirurgia. Ao realizarem a cesariana, os médicos comprovaram que o feto estava morto.

Os pediatras fizeram manobras de reação, mas sem sucesso.  A Maternidade informou ainda que abrirá sindicância para apuração dos fatos. 


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