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Jornal Agora

Flávio Nogueira fala sobre a escolha do PDT para a presidência

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O quadro Pinga-Fogo, no programa Agora dessa terça-feira (23/10), recebeu em seus estúdios o deputado federal eleito pelo PDT-PI, Flávio Nogueira, que falou sobre algumas posições do partido nessas eleições.

“Eu sou teimoso, na eleição passada tive uma votação estupenda mas infelizmente os outros não me ajudaram e eu tive que esperar quatro anos e graças a Deus deu certo”, afirmou ele no início da entrevista.

Amadeu: Nesse segundo turno o irmão do Ciro Gomes eleito senador pelo Ceará, Cid Gomes, fez criticas duras ao PT, qual posicionamento do partido aqui no Piauí?

Resposta: Eu quero dar uma explicação sobre o fato ocorrido no Ceará, o Cid estava conduzindo o voto dele para dizer que ia apoiar o Haddad, quando manifestantes petistas atrapalharam a condução desse voto e ele então ficou com raiva e disse aquilo que naquele momento era o correto, mas o PDT entre Bolsonaro e Haddad fica com Haddad. Nós já comunicamos, pedimos aos presidentes de partido, aos prefeitos, vereadores, nós vamos estar trabalhando no voto para o Haddad até porque é do nosso campo.


Ananias: O senhor tem uma proximidade logicamente com o presidenciável Ciro Gomes e certamente poderá nos esclarecer o motivo de nesse momento ele ir para a Europa e se abster de participar do processo eleitoral.

Resposta: Todos nós sabemos que o próprio PT dificultou a formação de uma chapa do Ciro Gomes, o PT sempre fazia carga no sentido de não ter o candidato, principalmente lá em Pernambuco, nós então optamos pela Katia Abreu para ser vice, ficou então essa rixa e o Ciro e o partido embora querendo apoiar o Haddad preferiu ausentar-se da campanha. Inclusive já está trabalhando no sentido de ser um nome para 2022.

Efrém Ribeiro: No Congresso tinha embates ideologicos, mas agora grande parte dos eleitos são de direita que defendem que o estado deva se meter na vida das pessoas, que a educação deve ser bancada pelos pais e não pelo estado, muita gente pensa fora da caixa. Como o partido vai trabalhar nessa situação?

Resposta: O PDT tem uma linha que todos nós conhecemos, da soberania nacional, nos achamos que tem que ter a presença do estado com a educação, isso não quer dizer que sejamos contrários a iniciativa privada. A educação deveria ser federal, não deveria ser nem estadual, a saúde tem que ser mais presente no estado, O SUS tem que ser melhorado, os procedimentos médicos tem que ser atualizados.


Ari: Como o PDT vai se posicionar em relação a presidência da Assembleia Legislativa? Vai ouvir Wellington Dias ou vai tomar um outro rumo independente do que o governador disser?

Resposta: Nós permanecemos na base do governo achando até que provavelmente depois todos os partidos estarão conversando para que juntamente com o governador, a casa legislativa seja uma casa independente, mas o presidente seja aquele que tenha boa sintonia com o governador, não pode ter um presidente que possa dificultar o relacionamento entre executivo e legislativo.


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