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Hospital Areolino de Abreu não possui estrutura para tratar pacientes oriundos do sistema judiciário

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O Hospital Areolino de Abreu, situado no bairro Primavera, zona norte de Teresina funciona hoja acima de sua capacidade. São 160 leitos, desse total, 68 são ocupados por pacientes em tratamento porém em situação judicial. O Hospital tem 450 profissionais e ainda carece de pessoal.

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Além disso, pessoas que necessitam de atendimento permanecem em uma fila de espera, caso surja uma vaga. Uma mulher que prefere não ser identificada confirma a superlotação. Ela aguardou uma vaga para a irmão que precisa de acompanhamento e hoje é atendida pelo CAPS (Centro de Atenção Psicossocial).

“Por duas a três vezes procuramos o atendimento aqui no hospital. Aqui não é muito seguro porque todos os anos morre alguém”, disse.

Segundo a direção do Hospital, cerca de 40 leitos são ocupados por pessoas que já terminaram tratamento, mas que por terem perdido vínculo familiar e na terem para onde ir, estão morando no Hospital, alguns a cerca de 30 anos.

“Na verdade temos atualmente 160 vagas para internação, mas uma parte dessas vagas esta ocupadas por pacientes internado por ordem judicial, entra essas 68 vagas não são rotativas”, disse a psiquiatra krieger Olinda.

Um ponto preocupante em relação aos detentos que precisam de acompanhamento psiquiátrico é a demora para julgamento da pena. Além de internações indevidas determinadas por juízes. Na madrugada da última segunda-feira um paciente identificado como Luís Nascimento foi assassinado por um paciente oriundo do sistema prisional, Dilson Brito, de 37 anos. Ele já havia terminado tratamento há cerca de 1 ano, mas ainda estava internado por determinação do juiz. Crimes como esse poderiam ser evitados, segundo a psiquiatra krieger Olinda.

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“Nós temos quatro pavilhões, mas na há um pavilhão específico para esses pacientes oriundos da justiça. Eles permanecem junto com os outros pacientes. O hospital não tem estrutura para receber a nenhum deles. Agora temos que resolver essa situação”, declarou krieger Olinda.


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