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‘Operação Tríade’: Presos trazidos de SP são integrantes do PCC

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Os 13 presos daOperação Tríade Paulista',  sendo que 8 são do estado de São Paulo e que chegaram em Teresina na última sexta-feira (07), foram apresentados na Secretaria de Segurança Pública do Piauí na manhã de hoje. Eles chegaram na capital em um avião da Polícia Federal cedido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública.

Dentre os assaltos promovido pelo bando está o da Servi San realizado em dezembro do ano passado, onde foram levados cerca de R$ 15 milhões. O grupo, formado por piauienses e paulistas, fugiu de Teresina para São Paulo com o dinheiro roubado usando um caminhão.

Empresa de Segurança Servi-San ( (Crédito: Efrém Ribeiro)
Empresa de Segurança Servi-San ( (Crédito: Efrém Ribeiro)

De acordo com o secretário de Segurança Pública, o trabalho foi uma integração de polícias de vários estados. “Nós falamos menos e fazemos mais. Enquanto alguns gostam de esbravejar, o nosso trabalho foi de forma silenciosa. Eu parabenizo os policiais, o nosso objetivo agora é procurar identificar os recursos que foram subtraídos dessa empresa, o que nós tivermos acesso dessa quadrilha nós vamos estar bloqueando para que eles não possam, com esse recurso, conseguir a própria soltura”, declarou.

Segundo o delegado Carlos César Camelo, diretor do Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública, os presos trazidos de São Paulo são integrantes do PCC. "As investigações foram realizadas tanto em Teresina quanto em São Paulo. As investigações de SP detectaram que os indivíduos preso lá, que são de lá, eles pertencem ao PCC -Primeiro Comando da Capital [organização criminosa do Brasil]", afirmou o delegado.

O delegado explica que a polícia investiga se o dinheiro roubado, cerca de R$ 15 milhões sendo que R$ 500 mil foram recuperados, foi utilizado pela organização criminosa PCC. "Nós sabemos que o dinheiro foi dividido nos primeiros dias e temos a situação dos R$ 500 mil apreendidos em São Paulo 6 dias após o crime. Então, nesses seis primeiros dias esse dinheiro deve ter sido dividido. Nós, então, não temos detalhes de como ocorreu essa divisão", acrescentou. 

Planejamento

O planejamento do crime partiu a partir de uma ligação entre dois irmãos paulistas, sendo que um havia sido preso aqui no Piauí e o outro residia na capital paulista. Os dois entraram em contato com o ex-funcionário da empresa, servidor público Feliciano Mendes Sousa Filho, que confessou em depoimento na sede da Secretaria de Segurança Pública, que receberia R$ 200 mil  por participação do roubo.

“O indivíduo de nome Acácio, ele veio para o Piauí para fazer alguma ação delituosa, onde foi preso, saiu e passou a residir aqui. O irmão dele, que já participava do mundo do crime em São Paulo, eles começaram a trazer essa quadrilha aqui para o estado do Piauí e passaram a praticar crimes. No caso da Servi-San, eles procuraram pessoas com cargos importantes para conseguir informações para cometer o assalto”, informou o secretário Fábio Abreu. 

Novas prisões

Segundo o secretário, novas prisões podem acontecer nos próximos dias, inclusive na capital e seria prisão de pessoas ligadas à empresa Servi-San. 

Grupo criminoso agia em vários estados

O delegado geral da Polícia Civil do Piauí, Riedel Batista, declarou que as prisões são frutos de um trabalho muito grande e articulado das polícias. “É uma junção da Polícia Civil, Militar, Inteligência, Polícia Federal, que deu todo suporte para a Secretaria de Segurança Pública. No total de 15 responderão a vários crimes do Estado”, disse.

“Este grupo criminoso atuou em três assaltos. Além da Servi San, também levaram dinheiro  do caixa eletrônico na Procuradoria Geral do Estado e do aeroporto de Teresina. Foi uma investigação complexa que envolveu Polícia Civil, Militar e Federal. Foi um trabalho integrado que contou ainda com apoio do Judiciário, na pessoa do Dr Luis Moura, e das forças de segurança do Estado de São Paulo”, disse Riedel Batista, Delegado Geral.


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