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Jornal Agora

Sem acordo em reunião no TJ, professores da Uespi mantêm greve

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Nesta quarta-feira (15), Professores da Uespi e representantes do Estado estiveram reunidos, para, sob a mediação do Tribunal de Justiça, buscarem um acordo para que a greve na universidade seja encerrada. 

Os principais pontos reinvidicados pelos professores são gratificações por qualificação, reajuste salarial  e concurso público.

A reunião foi mediada pelo desembargador Raimundo Nonato Alencar, que explicou que o encontro é uma tentativa de conciliação, tendo em vista que há o pedido de ilegalidade da greve, feito pelo Governo do Estado, deve ser analisado pelo Tribunal de Justiça na próxima segunda-feira. 

“O processo impretado pelo Estado tramita há, mais ou menos, 15 dias de modo que, em virtude desse processo, nós designamos uma audiência para tentar a conciliação”, explicou o desembargador. 

De acordo com presidente do Sindicato dos Professores da Uespi, os grevistas já  esgotaram as estrategias para que se chegue a um acordo sobre a paralisação. 

"Eu acredito que nós já utilizamos de todas as estrategias para chegar ao final dessa greve. Nós esperamos que o Estado realmente possa nos apresentar alguma resposta em relação aos pontos pendentes”, afirmou a professora Lina Santana. 

O secretário de Administração, Franzé Silva, afirmou que o Estado tem enfrentado muitas dificuldades para pagar a folha em dia, fato que impossibilita um acordo com os professores. 

“Parece que as pessoas estão vivendo, dentro do movimento sindical do Piauí, uma realidade longe da verdade do que nós estamos vivendo. O Governo está fazendo esforços, pagando os salários em dia com muita dificuldade e acreditamos que só acreditar que estamos falando a verdade quando o salário atrasar aqui no Piauí”, afirmou Franzé.

Sem acordo nesta quarta-feira, o professores decidiram manter a greve. 


Reunião aconteceu no Tribunal de Justiça (Crédito: Reprodução)
Reunião aconteceu no Tribunal de Justiça (Crédito: Reprodução)