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Bom Dia Meio Norte

Laudo constata que manchas roxas não tem a ver com morte de criança; mãe pode ser solta

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O Instituto Médico Legal constatou em laudo feito que a menina Ana Clara dos Santos Silva não tinha nenhuma lesão interna grave que pudesse confirmar a suspeita de maus tratos. A criança faleceu na noite do último domingo (19) após sofrer uma parada cardiorrespiratória no Hospital do bairro Promorar, zona Sul de Teresina.

Na tarde desta segunda-feira (20), o delegado do 4° distrito policial, José de Anchieta Pontes decretou a prisão preventiva da mãe da menina, Maria da Cruz Silva de 21 anos.

De acordo com o delegado geral da polícia civil, James Guerra, a polícia tomou os procedimentos devido a informações médicas. “Esse caso chegou ao conhecimento da polícia civil por meio de uma situação de atendimento em um hospital de Teresina em que os médicos se depararam com a criança e o fato de ela ter vindo a óbito suspeitando que ela tivesse sido agredida pelos pais. Quando foi feito o primeiro exame foi constatado roxidão no corpo. Diante desse primeiro momento foi feita a prisão em flagrante”, falou.

Ainda segundo ele, o caso será maior investigado ainda nesta terça-feira (21). “Foi constatado que a criança havia falecido por uma espécie de morte súbita. O Instituto Médico Legal afirmou em laudo que as manchas roxas na criança nada em a ver com a sua morte, diante disso precisamos avaliar o grau de importância que a mãe teria nesse caso, por isso vamos fazer um exame mais aprofundado na causa da morte da criança. Vamos fazer exames complementares e ao meu ver se não houver essa relação entre as manchas e a morte da criança, o delegado deverá pedir a soltura da mãe em razão da causa da prisão em flagrante não ter sido confirmado. Mas ainda hoje pela manhã nós vamos conversar com o pessoal do IML de maneira que possamos concluir qual a causa determinante da morte da criança”, declarou.

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