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Jogo do Poder

"Adiamento das eleições não é proposta política", garante Weverton Rocha

"Adiamento das eleições não é proposta política", garante Weverton Rocha
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A edição do Jogo do Poder desta quarta-feira, 24 de junho, recebeu o senador maranhense Weverton Rocha (PDT). Na ocasião, o parlamentar que é o relator da proposta que modifica a data da eleição, foi entrevistado pelos jornalistas Amadeu Campos, Arimatéa Carvalho, Ananias Ribeiro e João Carvalho, onde respondeu a uma série de questionamentos.

Weverton analisou que a PEC que adia as eleições não tem teor político, e sim é embasada na opinião de infectologistas, que alertam para  a necessidade de modificar a data.

“É importante esclarecer que não foi fruto do debate nem do senador Weverton e nem dos demais senadores, fomos provocados pelo TSE, que ouviu uma série de especialistas, e dentro do debate constitucional o que podemos modificar foram as datas, e as regras das datas. Não é proposta política, é uma demanda da classe especialista, médica, infectologista, que não recomenda a realização em outubro”, disse.

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) ainda criou um dispositivo para garantir um pleito suplementar nos municípios que tiverem numa fase crítica da pandemia na data da eleição. “Criamos esse dispositivo que vai autorizar o TSE a marcar eleição suplementar  até 27  de dezembro, quanto ao  Estado ou região o TSE vai ter que pedir ao Congresso Nacional. Esse gatilho é para não precisarmos mais discutir neste ano a questão de data”, afirmou.

Rocha também explicou o motivo por não protelar as eleições para o ano que vem. “Cabe lembrar sempre que nós temos o poder derivado do constituinte, e a periodicidade do mandato são cláusulas pétreas, se os próprios infectologistas, autoridades dizem que há um pico, ou seja, se disseram que era prudente discutir uma nova data dentro do calendário, empurramos 42 dias as eleições”, afirmou.

As regras devem estender o horário da votação. “Vão ter que regras que facilitem e ordenem melhor o acesso ao eleitor, estas regras ficam por conta do Tribunal reeditar com os novos horários”, disse.

Para a apreciação da proposta, o senador indicou que falta o texto sere  aprovado na Câmara dos Deputados, onde Rodrigo Maia tenta uma articulação. “Neste exato momento estamos numa reunião da Executiva Nacional do PDT, que  fechou questão por aprovar o nosso relatório. O Rodrigo Maia decidiu levar esse relatório semana que vem para ter os votos necessários, mas ele faria o convencimento este final de semana”, disse.

ASSISTA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA: 


Impeachment de Bolsonaro

Weverton Rocha ainda respondeu ao questionamento sobre um possível processo de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. “O Brasil viu a cassação da presidente Dilma por uma pedalada fiscal, vamos combinar que foi uma desculpa da política para tirar o mandato de alguém que foi legitimamente eleito; o Bolsonaro não é só um governo ruim, mas cria todo dia motivos; o problema é que ele tem uma oposição dentro de casa, dentro do Governo e cria muitos problemas. Essa caso do Queiroz é mais grave do que se possa imaginar, tem muito mais coisa que vai envergonhar o povo brasileiro, pode abrir qualquer jornal do mundo, o Brasil é feito de chacota”, frisou.


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