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Águas de Teresina trata e monitora a água desde o Rio Parnaíba às torneiras

Em quatro anos, a Águas de Teresina transformou a cidade, promovendo o abastecimento de 100% dos domicílios na área urbana regular

Em quatro anos, a Águas de Teresina transformou a cidade, promovendo o abastecimento de 100% dos domicílios na área urbana regular. Esse foi o primeiro passo de um grande processo.

Mas, para além disso, a subconcessionária de saneamento básico da capital do Piauí tem o cuidado de manter o serviço de excelência de uma ponta a outra. Isto é, do Rio Parnaíba até as torneiras das residências.

A Águas de Teresina realiza um serviço de qualidade desde o rio Parnaíba às torneiras de cada residência (Foto: Lucrécio Arrais)A Águas de Teresina realiza um serviço de qualidade desde o rio Parnaíba às torneiras de cada residência (Foto: Lucrécio Arrais)

A água nunca foi tão necessária. Além da hidratação, é uma arma de combate à pandemia do novo coronavírus, e água limpa nas torneiras é essencial para esse processo. 

Para isso, a água é captada e passa por um processo de filtragem física e química, que garantem o líquido incolor, inodoro e insípido para o consumidor.

A água chega como uma mistura homogênea, que após o processo de floculação se torna heterogênea. Depois, ela passa pelo processo final de filtragem que dá o “acabamento” necessário ao recurso natural tão importante para a sobrevivência dos seres vivos.

O tratamento

Alexandre Oliveira, engenheiro civil especialista em saneamento e gerente de operações da Águas de Teresina, explica como funcionam as etapas. Ele mostra o trabalho da Estação de Tratamento de Água (ETA) Sul, que abriga as ETAs 1 e 4, que produzem 1.300 litros/segundo cada, além da ETA 3, com capacidade de produção de 500 litros/segundo. Ao todo, esta unidade produz 3.100 litros/segundo, abastecendo 85% da cidade.

Alexandre Oliveira é  gerente de operações da Águas de Teresina (Foto: Lucrécio Arrais)Alexandre Oliveira é  gerente de operações da Águas de Teresina (Foto: Lucrécio Arrais)

Tudo começa no manancial mais importante para a população de Teresina. “O primeiro passo é a captação da água no Rio Parnaíba, através de um conjunto de bombas que capta a água a partir de um canal artificial. Essas bombas funcionam como um elevador, através de um canal que leva a água retirada da natureza”, revela Alexandre.

A fase química inclui a utilização de aditivos. “Nós fazemos a adição de polímeros e floculante. Depois a água vai para o chamado floculador, que faz um movimento de carrossel que permite unir as partículas de sujeira em uma espécie de gel. Nesse processo nós eliminamos 90% de impurezas da água que foi captada no Parnaíba”, explica o gerente de operações.

A última etapa é o processo de filtração, que é o chamado “polimento” do tratamento. “Aqui vamos retirar o que sobrou da poluição através de grandes peneiras. Após a água passar pelo filtro, ela vai para uma câmara subterrânea onde é adicionado cloro e flúor. O cloro combate microorganismos, que podem fazer mal à saúde. Já o flúor é benéfico contra as cáries”, aponta.

O monitoramento laboratorial

Ao todo são realizadas mais de 25 mil análises nos centros de tratamento, fora mais de 10 mil todos os meses, com coletas que vêm da rua. Além de amostras que entram no laboratório, que chegam a 1.200 ao mês. Quem cuida desse processo é a bióloga especialista em controle de qualidade Kennya Martins, que atua como responsável técnica do laboratório da Águas de Teresina.

Kennya Martins é especialista em controle de qualidade (Foto: Lucrécio Arrais)Kennya Martins é especialista em controle de qualidade (Foto: Lucrécio Arrais)


Através dessa estrutura, que está dentro da ETA Sul, a equipe multidisciplinar que inclui químicos e bioquímicos fazem as análises necessárias para verificar que a água que chega na torneira está dentro do padrão. “O processo de controle de qualidade ocorre paralelamente à produção de água”, define Kennya.

O laboratório faz o monitoramento da água captada, tratada e distribuída. “Diariamente temos os coletores de amostra na saída do tratamento, na rede de distribuição ao longo da cidade e em reservatórios como poços. Nós temos os Pontos de Controle de Qualidade, os PCQs, onde verificamos a qualidade da rede, são em escolas, UBSs e outros pontos estratégicos. É uma média de 100 a 110 amostras por dia, que dependem do tempo de análise”, revela.

Assim, é possível garantir água de qualidade na ponta do processo, que são as torneiras. “Como essa análise é feita junto com o operacional, fazemos o monitoramento a cada duas horas, garantindo a qualidade do tratamento até chegar à casa do cliente”, finaliza Kennya Martins.

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