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Enfermeiros decidem paralisar atividades por três dias em Teresina

O prefeito Dr. Pessoa se reúne com o Senatepi e outras entidades sindicais para que haja um acordo.

Os profissionais de saúde de Teresina decidiram nesta terça-feira (02), após uma manifestação em frente a Prefeitura, questionando as reduções que foram feitas no contracheque em relação aos vencimentos deste mês, por paralisar suas atividades por três dias na capital. 

O prefeito Dr. Pessoa, representantes do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Piauí (Senatepi), além de outras entidades sindicais relacionadas à saúde, estão reunidos neste momento para chegar a um acordo. “Nesse momento o Dr. Pessoa está em uma reunião com o presidente do Senatepi, que decidiu que vai ter paralisação a partir da próxima sexta e retornando na segunda, sendo 3 dias de paralisação. Se não tiver acordo, continua a decisão que foi acordada com os servidores da categoria”, disse Orlando Morais, administrador do Sindicato, em entrevista ao Meionorte.com.

Foto: Reprodução/ WhatsAppFoto: Reprodução/ WhatsApp 

Uma outra manifestação em frente a Prefeitura de Teresina já está alinhada para a próxima sexta-feira (05), caso não haja acordo na reunião de hoje entre as partes. “Na sexta nós vamos estar em frente a prefeitura novamente. Se eles não entrarem em um acordo na sexta. Na reunião de hoje pode ser que tenha um acordo e na segunda retornamos normalmente”, completa. Participam também da reunião, representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresina (SINDSERM), Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do Estado do Piaui (SINDESPI) e do Sindicato dos Empregados no Comercio e Serviço de Teresina (SINDCOM).

De acordo com Erick Riccely, presidente Senatepi, a categoria está apenas lutando pelos seus direitos, já que estão na linha de frente da Covid-19. “Aqui não é por aumento, nem por reajuste salarial, é por corte de salários, imagina você trabalhar o mês inteiro na saúde, cuidando de vidas, colocando a sua vida em risco e no final do mês você ver o seu contracheque com R$ 547, é isso que está acontecendo. Então a nossa preocupação aqui é que essa paralisação não aconteça, o Sindicato quer negociar, o Sindicato quer conversar com o gestor, quer sentar com o vice-prefeito, com o prefeito, com o presidente da FMS e resolver esse impasse. A paralisação é um remédio que as vezes a gente tem que utilizar porque a única força que o trabalhador tem é a sua força de trabalho, mas hoje eles estão enfraquecidos, porque não conseguem sequer comprar alimentos. Imagina no momento de pandemia receber R$ 547 depois de ter cuidado de milhares de pacientes, ter trabalhado o mês inteiro, pegar ônibus cedo e nem o ônibus nesse momento ter”, declarou.








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