Um novo decreto foi publicado pela Prefeitura de Timon para o enfrentamento da variante Ômicron. Por meio do decreto, publicado no Diário Oficial do município de domingo (6), a Prefeitura proíbe eventos públicos ou privados que gerem aglomerações, especialmente pré-carnavalesco ou carnavalesco, incluindo Zé Pereira, blocos de carnaval, matinês, bailes, bem como conferências, convenções, feiras comerciais e retiros de qualquer natureza. 

O decreto proíbe também o poder público de promover, financiar ou apoiar festividades e eventos que causam qualquer tipo de aglomeração.

O documento também dispõe sobre o retorno das aulas nas escolas municipais, que iniciaram nesta segunda-feira (07), de forma remota. Já as atividades comerciais, a autorização para reuniões, o uso de espaços públicos e privados seguem sem alterações, seja em relação a horários, capacidade, entre outras medidas.

Novo decreto proíbe festas carnavalescas em Timon | FOTO: DivulgaçãoNovo decreto proíbe festas carnavalescas em Timon | FOTO: Divulgação

As medidas do decreto valem desta segunda-feira (7) até o próximo domingo, 11 de fevereiro de 2022. Ao longo desta semana, a Prefeitura vai reavaliar a situação para adequação das medidas sanitárias. É o que explica o secretário municipal de Governo, Saney Sampaio.

“O uso da máscara, o distanciamento social e a higienização das mãos seguem sendo obrigatórios. Avançamos muito na vacinação, inclusive para o público infantil, mas temos que continuar vigilantes. As medidas sanitárias que eram editadas duas vezes ao mês, neste momento, serão publicadas semanalmente”, explica Saney Sampaio.

Covid-19 em Timon

No último boletim da Covid-19, divulgado referente ao domingo (6), Timon havia registrado 403 óbitos em decorrência da doença, desde o início da pandemia. A última foi uma Uma mulher, 74 anos, hipertensa e com obesidade, moradora do Bairro São Francisco. Já o número de casos confirmados até agora é de 23.924.

O município segue em alerta tendo em vista que o índice de transmissibilidade R0 está em 2,50. O Ministério da Saúde recomenda que esse número seja menor ou igual a 1.