mais
Baixe o nosso APLICATIVO
ESCOLHA A LOJA ABAIXO: Google Play AppStore

Do luxo à cela rosa: Conheça o status da mãe de Henry na cadeia

Monique Medeiros não esboçou nenhuma reação ao ver o laudo da criança, que saiu na noite do mesmo dia

A professora Monique Medeiros, 33 anos, presa ontem por envolvimento na morte do pequeno Henry Borel, 4, foi encaminhada ao Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro. Ela ficará isolada dos outros presos durante, ao menos, 14 dias em decorrência dos protocolos sanitários da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) devido à pandemia do coronavírus. Seu namorado, o vereador e médico Dr. Jairinho, 43 anos, também preso ontem, ficará isolado em Bangu 8, unidade prisional em que se encontram diversos políticos fluminenses capturados ao longo dos últimos anos.

A cela de Monique tem 6 metros quadrados. Conta com um beliche, um chuveiro, uma pia e um vaso sanitário. Não se sabe, no entanto, qual alimentação a mãe de Henry – acostumada a frequentar restaurantes requintados com o parlamentar – estaria recebendo. A Seap também não informou quais as condições em que Dr. Jairinho está acautelado, tampouco o cardápio que vai receber na unidade prisional.

Eles negam o crime, mas são investigados por homicídio duplamente qualificado e por tortura do pequeno Henry.

Dr Jairinho e Monique foram presos suspeitos da morte de Henry (Fotos: Vitor Brugger/AM Press & Images/Folhapress; Brenno Carvalho/Agência O Globo )Dr Jairinho e Monique foram presos suspeitos da morte de Henry (Fotos: Vitor Brugger/AM Press & Images/Folhapress; Brenno Carvalho/Agência O Globo )

Monique chegou a tirar uma selfie na 16ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, quando foi prestar depoimento, em 17 de março. Na imagem encontrada em seu telefone, ela sorri e está com as pernas sobre os bancos da unidade policial. A polícia disse que ela mentiu em suas alegações na delegacia e comprovou isso ao localizar chats com a babá de Henry, nos quais a cuidadora narrou, em tempo real, a sessão de tortura a que a criança foi submetida no dia 12 de fevereiro deste ano, quase um mês antes do assassinato da criança por espancamento.

A polícia não sabe, ainda, qual foi a exata participação da mãe de Henry na madrugada de 8 de março, quando o menino já chegou morto e com o corpo cheio de hematomas no hospital Barra D’Or, na Zona Oeste do Rio.

Monique não esboçou nenhuma reação ao ver o laudo da criança, que saiu na noite do mesmo dia. A frieza da mãe de Henry também foi registrada pelos policiais na sua prisão ontem: ela não manifestou nenhum tipo de sentimento ao ser algemada pelos policiais, tal como Dr. Jairinho.

Investigadores suspeitam que eles estavam planejando uma fuga – isto porque foram localizados em um terceiro endereço, na casa de uma tia de Jairinho em Bangu, na Zona Oeste. Eles estavam portando mochilas com roupas e pertences pessoais.

Mãe de Henry chegou a tirar selfie na Delegacia e mostrava frieza (Foto: Polícia Civil/Reprodução )Mãe de Henry chegou a tirar selfie na Delegacia e mostrava frieza (Foto: Polícia Civil/Reprodução )


Tópicos

comentários

Central do usuário

Login pelas Redes Sociais

Nunca postaremos nada em seu nome


Login por e-mail

Use sua conta cadastrada por e-mail

Não tem conta no meionorte.com?

Cadastre-se

Desbloquear Notificações

Como desbloquear notificações

Na barra de endereço, clique no cadeado e em Notificações escolha a opção permitir, como na imagem abaixo

desbloqueio de notificação push

Você precisa verificar a sua conta, acesse o seu e-mail