Pré-candidata pelo PMN, a advogada Ravenna Castro anunciou nas suas redes sociais nesta quarta-feira, 13 de julho, que foi intimada no Boletim de Ocorrência feito pela ex-secretária de Economia Solidária, Gessy Fonseca (PSC), após acusá-la de estar envolvida num 'escândalo sexual'. 

"Gostaria de informar que já recebi o BO da dona Gessy, que acha que intimida as pessoas com processo e delegacia. Irei registrar os meus também, aguarde aí chegarem os nossos", afirmou. 

Ravenna Castro avisa que fará BO também (Foto: Reprodução)Ravenna Castro avisa que fará BO também (Foto: Reprodução)

Ravenna se recupera da Covid-19 e ainda não conseguiu ir presencialmente a uma Delegacia de Polícia. "Você vai responder também mocinha, vai ser o seu papelzinho de BO contra o meu papelzinho de BO, minhas provas e minhas testemunhas todas. E o processo é público, depois não diga que foi eu quem mostrei as provas e depoimentos", sinalizou.  A pré-candidata avisa: "ainda vai ter muito BO até o fim dessa eleição".

Gessy Fonseca diz que sofria “torturas psicológicas” do ex-marido

Após ser 'acusada' por Ravenna Castro de estar envolvida em um escândalo sexual, a ex-secretária de Economia Solidária Gessy Fonseca (PSC) divulgou um vídeo desmentindo a pré-candidata do PMN, sinalizando que foi vítima de tortura psicológica durante o casamento.

De acordo com Gessy, os boatos teriam sido espalhados pelo seu ex-marido, e afirmou que vivia uma relação infeliz. "Eu nunca trouxe essa circunstância do meu divórcio. Me divorciei ano passado, ainda em 2021, e o escândalo sexual nada mais é do que uma mulher que decidiu pelo término de um relacionamento que não fazia mais bem fisicamente, emocionalmente, espiritualmente, profissionalmente, em que a outra parte não aceitava o término", disse.

A pré-candidata do PSC relatou que sofria ameaças de que teria sua reputação jogada na lama, caso se separasse. "“[Ele dizia] que seria ficar com ele ou ele iria jogar minha reputação na lama, utilizando de torturas psicológicas, que eu como cristã jamais teria o voto dos eleitores evangélicos por ser divorciada, e que eu sozinha não conseguiria andar e dentre muitas outras coisas graves e absurdas, que eu não quero trazer aqui”, pontuou.

Por fim, a ex-secretária disse que o caso será resolvido na Justiça.






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