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“Já tiveram passado no crime”, afirma Baretta sobre pastor e corretor

Na última segunda-feira (17), familiares dos dois realizaram uma manifestação pacífica na porta do DHPP pedindo por justiça e elucidação do caso.

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O coordenador do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), delegado Francisco Costa, ‘Baretta’, afirmou em entrevista a Rede Meio Norte, que nos próximos dias vai dar um resposta para a sociedade piauiense sobre o caso do pastor e corretor desaparecidos em Teresina. 

Carlos Alberto Junior e Raí estão desaparecidos há 9 dias. Na última segunda-feira (17), familiares dos dois realizaram uma manifestação pacífica na porta do DHPP pedindo por justiça e elucidação do caso.

Pastor e corretor estão desaparecidos há nove dias em Teresina - Foto: Arquivo Pessoal

“O desaparecimento de pessoas não é um crime, agora evidentemente tem outros que desaguam no crime, tem crimes inclusive de homicídios como nós já tivemos aqui vários exemplos. Portanto nós estamos investigando esse caso, agora a gente segue um protocolo, seguimos metodologias, usando técnicas para se chegar a uma conclusão de acordo com o método”, informou Baretta. 

Segundo o delegado, algumas informações sobre o caso estão desencontradas. “O delegado Luís Guilherme e sua equipe tem trabalhado intensamente inclusive no final de semana. Antes de ontem foi diligenciado no estado do Maranhão, nós já temos muitas informações que mostram a dinâmica do fato em si, contudo nós podemos constatar que há informações desencontradas que não batem com a dinâmica dos fatos e no momento o que nós temos é a materialidade de um fato e não temos a materialidade de um crime”, explicou. 

Os dois são pessoas que hoje estão na igreja , segundo consta, mas são pessoas que já tiveram um passado de envolvimento em crimes, mas isso não leva a gente não deixar de tomar providências porque nós não seguimos o direito penal do autor e sim o direito penal do fato, isso é o que a Polícia Civil faz. Nós vamos dar uma resposta para a sociedade”, concluiu.

Familiares realizaram manifestação pedindo respostas sobre o caso - Foto: Matheus Oliveira



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