O primeiro lote de vacinas pediátricas da Pfizer, para imunizar crianças de 05 a 11 anos contra a Covid-19 no Piauí, chegou na tarde desta sexta-feira (14). De acordo com a  Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), são 20 mil e 200 doses que já deveriam ter chegado ao estado, mas o voo foi cancelado em virtude da tripulação ter testado positivo para o coronavírus. 

Em novo comunicado, o Ministério da Saúde informou o novo horário do voo para o Piauí trazendo as vacinas, que já estão na Rede de Frio para distribuição. O governador Wellington Dias celebrou a chegada das vacinas para as crianças e reafirma o compromisso do Governo do Estado para vacinar os piauienses. 






Ver essa foto no Instagram










Uma publicação compartilhada por Wellington Dias (@wellingtondiasoficial)

“Essa chegada é muito importante, estamos alinhados com os municípios para fazermos rapidamente. Seguimos a ciência e o nosso objetivo é salvar vidas e, nesse caso, salvar vida de crianças. Vamos seguir a regra, vacinando primeiro as crianças com comorbidades, mas vamos a partir do critério da idade vacinar todas as nossas crianças”, disse. 

O secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto, explica que a Sesapi tem logística para distribuir as doses aos municípios até 12 horas após a chegada. "Amanhã nossas equipes já farão as entregas dos imunizantes para as Regionais de Saúde, onde os municípios poderão fazer a retirada”.

O Ministério da Saúde estima que 331.432 crianças nesta faixa etária devem ser imunizadas no estado. "Pedimos aos nossos gestores municipais que organizem suas equipes para que a vacinação das crianças aconteça de forma ágil e segura", reforça o secretário. 

A vacinação para este público será realizada com o imunizante da Pfizer, único, até o momento, autorizado para aplicação no público infantil pela Agência Nacional Vigilância Sanitária (Anvisa). O intervalo entre a primeira e segunda dose é 8 semanas. Para vacinar, é necessário que pais ou responsáveis acompanhem as crianças até o local de aplicação.

A vacinação deverá ser iniciada por crianças com comorbidades, acamados, com deficiência permanente, indígenas, quilombolas e depois de forma decrescente para público em geral.