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Ministro Queiroga resiste responder sobre Cloroquina contra Covid

CPI escuta o ministro da Saúde em depoimento que passa de 6 horas de duração

Ministro Queiroga resiste responder sobre Cloroquina contra Covid
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Por Rany Veloso

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foi a terceira testemunha convocada a ser ouvida pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. Durante a discussão sobre a cloroquina, senadores pressionaram o ministro para responder objetivamente sobre o tema. O relator Renan Calheiros (MDB-AL) insistiu na pergunta: "o senhor compartilha da opinião do presidente sobre a cloroquina?", o que motivou um desentendimento entre os parlamentares.

O presidente Omar Aziz (PSD-AM) teve que intervir e ameaçou encerrar a sessão. "O senhor é testemunha, o senhor tem que dizer sim ou não [...] o senhor está aqui como ministro da Saúde, peço para a vossa excelência responder senão nós vamos encerrar essa sessão agora", declarou. Os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Marcos Rogério (DEM-RO) tentaram defender o ministro alegando que estavam tentando induzir a testemunha, que repetiu várias vezes que não poderia emitir juízo de valor sobre as ações de Bolsonaro

Após bate boca entre os parlamentares (no vídeo abaixo), Queiroga disse que não recebeu orientação de Bolsonaro a respeito do remédio. A frente da pasta, o ministro afirmou que não autorizou e nem tem conhecimento sobre distribuição de cloroquina.


Para o ministro, o tratamento precoce não é decisivo no enfrentamento à pandemia. "São decisivas a vacinação e as medidas não farmacológicas", explica. 

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) disse que é inadmissível após mais de 1 ano não existir um protocolo para salvar vidas. O ministro diz que está trabalhando para elaborar esse protocolo nacional de enfrentamento à Covid. Ele também foi questionado sobre a falta de uma campanha nacional conscientizando a população sobre as medidas, como, o uso de máscara e distanciamento social.

Sobre a recusa do Ministério da Saúde de 70 milhões de doses de vacina da Pfizer ainda no ano passado, Queiroga alegou que não estava no governo e não respondeu.

Sobre as doses de vacinas contra Covid no Plano Nacional de Imunização (PNI), de acordo com o ministro são  430 milhões de doses de vacinas contratadas, além de outras 100 milhões acordadas com a Fiocruz, que não tem contrato. 

Sobre um possível gabinete de assessoramento paralelo ao presidente Bolsonaro sobre as medidas contra a pandemia, o ministro diz que não conhece nada do tipo. "Não tenho conhecimento desse aconselhamento paralelo [...]. Eu não posso falar do que não tenho conhecimento".

Indagado sobre as medidas restritivas, se é contra ou a favor, até como médico, Marcelo Queiroga disse que não há consenso sobre um "fechamento nacional" e que com um novo decreto que Bolsonaro quer publicar proibindo essas medidas, o ministro disse que o presidente lhe passou que queria assegurar a liberdade das pessoas. " Nisso eu concordo", declara.

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